Manifesto: O Brasil e a Democracia – Grupo Filósofos do ano 2000 de Belo Horizonte

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Vídeo exibido no Jornal da Rede Globo – Bom Dia Brasil. Clique aqui para visualizar.
 

 Atualização setembro 2011

 Em 11 de setembro 2001 o mundo conheceu o aspecto bestial da mente humana. O ato terrorista, em si, foi um ato criminoso, macabro e ímpio, absurdo e monstruoso é que mais de dois bilhões de islamitas o aplaudiram em delírio e por unanimidade.

  Sem a guerra total aos princípios do islamismo, citados no nosso Manifesto e à falsidade ideológica dos políticos dos países subdesenvolvidos (80%dos países da ONU) feita em todos os modos e todas as armas, não haverá prosperidade e paz para o mundo e para a humanidade.

 A grande crise econômica mundial é devida à saturação do mercado de consumo dos países democráticos (Austrália. Canadá. Coréia do Sul. Estados Unidos. Israel. Japão e União Européia) e à falta de crescimento do mercado de consumo dos países subdesenvolvidos.

   Impõe-se uma nova ordem mundial substituíndo a vélha, decrépita e obsoleta ONU com uma Associação das Nações Democráticos -AND- à qual poderão participar somente os países em que a democracia seja uma realidade objetiva e não uma sigla vazia de qualquer conteúdo. A AND terá como seu primeiro ato político o retiro de todos seus militares no exterior. Terá um solo ente para as relações políticas e comerciais com os demais países. Todos os países do mundo poderão pedir a adesão à AND desde que demonstrada a sua condição de país democrático.

 

  O DEBATE DO SÉCULO 2011  

     Por um natural processo evolutivo dos meios de produção e comunicação, o mundo é, hoje, uma Aldeia Global, sua economia é globalizada, a civilização ocidental é o seu guia e a democracia é o imperativo categórico para a paz, o progresso e a prosperidade dos povos do mundo.

Democracia é governo do povo numa sociedade de homens livres. Os países subdesenvolvidos (80% dos países da ONU) em que, escolhido o Brasil como paradigma por ser um país da civilização ocidental, um país de imensas riquezas, de recursos naturais infinitos e o maior produtor de alimentos do mundo, 1/5 da população (40 milhões) sobrevive vegetando com um salário suficiente para comprar 900 gramas de carne ou 3 Kg de pão por dia e nada mais, portanto, não poderão abrir a torneira da água, acender a luz e, menos ainda, pagar um aluguel, escravos da necessidade e não homens livres, portanto, não há democracia. A população do norte e do nordeste é de amamentados com uma mamadeira vazia.

No Brasil, os políticos se instituíram em classe em si e para si sem mais interesse e vínculo com os interesses do seu país e do seu povo. O índice de mortalidade infantil é altíssimo, o de assassinatos é superior ao do Iraque. Por isso, o ex-presidente Lula deveria ser conduzido ao Tribunal Internacional que julga os crimes de genocídio para ser julgado pelo crime de “Genocídio Branco”, assim como Milosevic estava sendo julgado pelo crime de genocídio perpetrado com a violência das armas

Nos demais países subdesenvolvidos, a realidade econômica e social é ainda mais precária, cruel e desumana. O outro grande inimigo da democracia e da paz no mundo é o islamismo guiado e inspirado no Alcorão, que, de fato, é um breviário para o ódio, a guerra e o assassinato de todos os que não forem islamitas, como demonstrado em seu Capítulo 4, versos 15-34-36-74-84-89-91, Capítulo 8, versos 12-14-16-17, e Capítulo 9, versos 5-14-23-29-30-33-38-3941, publicado no site <www.kuran.gen.tr/> (em todas as línguas). Depois disso, para um islamita ser um terrorista é um dever e não uma escolha. Geert Wilders, da Holanda, e Terry Jones, dos Estados Unidos, estão errados ao ridicularizar ou queimar o Alcorão. Nas escolas e nos centros culturais dos países da civilização ocidental (Américas e Europa), as partes do Alcorão antes citadas deverão ser postas em debate para decidir a legalidade de sua publicação e prática dos ritos islâmicos nesses países. Não pode haver multiculturalismo e nem convívio com quem tem o ódio, a guerra e o terror como seus princípios. A guerra ao terrorismo deve ser feita com todas as armas e todos os meios, porém, sem nunca invadir seus territórios.

A grande crise econômica mundial é devida à saturação do mercado de consumo dos países democráticos, à falta de crescimento do mercado de consumo dos países subdesenvolvidos e ao terrorismo

Os países democráticos do mundo, através da mídia, devem promover debates sobre os temas:

1) “Democracia é governo do povo numa sociedade de homens livres. Países subdesenvolvidos em que grande parte da população sobrevive vegetando escrava da necessidade são países democráticos?”

2) O Alcorão é um breviário para o ódio, a guerra e o assassinato. Portanto, deveria ser suspensa a sua publicação e a prática dos ritos até quando se adequarem às leis dos países em que atuam?

Preâmbulo

Ou o Brasil e o povo brasileiro acabam com a falta de ética e de moral da classe política ou a falta de ética e de moral da classe política acaba com o Brasil e o povo brasileiro.

Num barco que afunda ninguém é espectador: ratos, gatos e homens de bem têm o mesmo destino.

Sem esclarecer o dilema de o Brasil ser ou não ser um país democrático e do porquê de o Brasil ser um país subdesenvolvido, os políticos continuarão a se apresentar como benfeitores e protetores dos pobres e, no exterior, como representantes de seu povo do qual, de fato, são usurpadores e algozes.

Conclusões

No dramático, ímpio, impiedoso e desumano contexto econômico, social e humano descrito neste Manifesto e publicado todos os dias em todos os jornais e meios de comunicação: os dignitários das igrejas que cobram 10%do salário dos pobres para abençoar a pobreza; os intelectuais que, do alto do Olimpo dos sábios e imortais, transformado num Coliseu do qual eles são espectadores e o povo gladiador até a morte; os benfeitores dos pobres que nunca nada disseram e fizeram para combater as causas e os causadores da pobreza; são a quinta coluna e “colaboracionistas” das forças do mal do nosso país abençoado por Deus, agora um inferno de dor, miséria e sofrimento.

As tiranias disfarçadas de democracia que oprimem e atormentam os povos do Brasil e da América Latina podem ser desmascaradas, desbaratadas e vencidas, pacificamente, com um questionamento sobre o tema: “Democracia é governo do povo numa sociedade de homens livres. O Brasil e os países da América Latina, em que os 70% da população sobrevivem escravas da necessidade, marginalizadas e excluídas do mercado de consumo, da sociedade e da condição humana, são países democráticos?”.

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A Aldeia Global

Por um natural processo evolutivo dos meios de produção e comunicação, o mundo é uma Aldeia Global, sua economia é globalizada e a democracia é o imperativo categórico para a paz, a liberdade, o progresso e a prosperidade do planeta e da humanidade.

A democracia

Democracia é governo do povo numa sociedade de homens livres com a premissa de que a primeira liberdade é a liberdade da necessidade. Sobre a necessidade, o Dicionário Aurélio diz: “Aquilo que constrange, compele ou obriga de modo absoluto”.

Em estado de necessidade, o homem não tem o livre arbítrio e nem cidadania. O Brasil, em que 30% da população vivem na condição de escravos de necessidade, excluídos do mercado de consumo, da sociedade e da condição humana, não é um país democrático. Nenhum país pobre (90% dos países da ONU) é um país democrático e nenhum país democrático (Austrália, Canadá, Coréia do Sul, Israel, Japão, Estados Unidos e União Européia) é um país pobre. Se eleições fossem sinônimas de democracia, Fidel Castro e Saddam Hussein, eleitos por unanimidade, seriam sua mais alta expressão. Se democracia fosse um conceito subjetivo, todo demagogo seria seu campeão. Se comer três vezes ao dia fosse cidadania, todo frango seria cidadão. Se o Brasil fosse um país democrático, 60 milhões de brasileiros teriam 60 milhões de razões para amaldiçoar a democracia.

O socialismo

Demagogos e hipócritas desfraldam a bandeira do socialismo. Na verdade, a idéia de Lênin de que “O socialismo é a criatividade vivente das massas” não é verdadeira, como demonstrado pela sua falência total nos países em que foi instituído. E também nas vinte primeiras páginas do livro Perestroika, do ex-presidente da União Soviética, Mikhail Gorbachev, que diz: “O desinteresse, a negligência e indiferença são a característica dos trabalhadores da União Soviética”. Portanto, é demonstrado que o socialismo está fora da medida do homem e a democracia continua sendo “o pior governo depois de todos os outros”. Todos os que viveram o socialismo não têm nenhuma saudade dele.

Num mundo de diversos, a idéia de uma sociedade de iguais é absurda e estulta.

O Debate do Século

É tempo da consciência de que o ponto de partida, o fundamento primeiro de qualquer proposta ou projeto político, econômico ou social, deve ter como premissa a realidade de uma sociedade democrática sem a qual toda proposta é manifestação de boas intenções, são devaneios e delírios de demagogos, falsos profetas e “messias” em busca de aplausos, votos ou da beatificação.

A tese de que o Brasil não é um país democrático teve como seus grandes precursores o Presidente Lula com a sua “Caravana da cidadania” e o seu discurso numa Conferência da Internacional Socialista, quando disse: “A nossa democracia exclui dezenas de milhões de homens e mulheres da cidadania” (!?). Outra personagem ilustre que ratifica a impossibilidade de o Brasil ser um país democrático é o intelectual, ex-governador, ex-ministro do Governo Lula e agora candidato à Presidência da República, Cristovam Buarque, com sua campanha abolicionista da escravatura durante os últimos 10 anos. As duas libertárias campanhas foram encerradas no mesmo dia em que o partido deles assumiu o poder.

Nada podemos esperar de políticos, poetas e cantores, falsos patriotas que cantaram hinos de glória e liberdade à democracia e agora silenciaram seu canto e sua musa pagos pela mudança de nome da tirania e porque eles e seus amigos e parentes se arrumaram num bom emprego. É necessário convocar a sociedade como um todo: grandes e pequenos empresários, operários e profissionais de todas as artes e ciências, intelectuais e estudantes, trabalhadores rurais e latifundiários e todos os que trabalham e produzem devem se mobilizar para promover, em todos os centros culturais, universidades, sindicatos e associações industriais e comerciais, debates e conferências sobre os temas: “Democracia é governo do povo numa sociedade de homens livres. O Brasil, em que 70% da população vivem em estado de necessidade, excluídos do mercado de consumo, da sociedade e da condição humana, é um país democrático?” e “Por que o Brasil, que até o fim dos anos 50 foi uma meta para todos os povos do mundo, é hoje terra de emigrantes, pobreza, miséria e terror?”.

O contexto político, econômico e social do Brasil

O Brasil é um país que, até o fim dos anos 50, era a terra prometida, uma meta para todos os povos do mundo; hoje, por mão e obra de sua classe política, é terra de emigrantes, de miséria e terror. Os políticos se instituíram em classe em si e para si sem mais nenhum vínculo com os interesses do país e do povo, ressuscitaram o Feudalismo em versão eleitoral com Príncipes e Barões, senhores do bem e do mal, da vida ou da morte civil dos cidadãos. Sem o seu consenso e recomendação, ninguém terá um emprego ou uma encomenda de trabalho para sua empresa. Estabelecem para si salários e benefícios de mais de 200 vezes o salário dos operários e, em 4 anos de mandato, recebem o mesmo que um operário em 1.200 anos de trabalho. Vereadores de pequenos e depauperados municípios do interior (normalmente analfabetos há 4 gerações) recebem salários e benefícios 4 vezes superiores à remuneração de um professor, com doutorado, de uma universidade federal. Para sustentar mastodônticas e monstruosas estruturas burocráticas clientelares, com fins eleitorais, os governos dos últimos 50 anos contraíram uma dívida social que nem os orçamentos dos Estados Unidos e da União Européia, juntos, conseguiriam sanar em 20 anos. O salário tem o menor valor em todos os tempos. Em São Paulo , há um assalto a cada 6 segundos e, no Brasil, um assassinato a cada 10 minutos (maior que o número de assassinados pelo terrorismo em todo o Oriente Médio e na Guerra do Líbano). Os presos nas cadeias e os jovens que atuam no trabalho escravo ou na prostituição são categorias de privilegiados. Depois de 10 anos sem conceder aumento ao funcionalismo público, em 22 de dezembro de 2005 (em 2 minutos), o Congresso aumentou o salário dos parlamentares em 52% e, em março de 2003, aumentou os benefícios em 73%. Em 15 de janeiro de 2005, na eleição para a Presidência da Câmara, um deputado desconhecido que prometia dobrar o salário dos parlamentares recebeu 2/3 dos votos. Os comunistas, os neoliberais, os progressistas e os conservadores e todos embolsaram o furtado e saíram por aí gritando que a culpa de todos os males do Brasil é de Severino Cavalcanti e dos americanos. Depois disso, a imoralidade do mensalão, das sanguessugas e mais 100 falcatruas, subornos, subornados e mais mil imundícies são efêmeras e insignificantes amenidades.

Empresários e intelectuais

A característica dos empresários brasileiros é de ser que nem mulher de malandro: gosta de apanhar; e a dos intelectuais, de chorar os males sem dizer nada de suas causas.

O Governo Paralelo

Um ex-ministro do Supremo Tribunal Criminal já declarou e é verdade: “As periferias são governadas por um governo paralelo, ou seja, 30% da população são governadas pela criminalidade organizada” que, em protesto pela morte de um de seus líderes, declara o toque de recolher, o fechamento do comércio, dos postos de saúde e põe fogo em dezenas de ônibus junto de seus passageiros.

O comandante do Governo Paralelo (PCC), em entrevista concedida no presídio à imprensa, declara: “se bobear, os políticos vão roubar até o PCC”. No século passado a imprensa foi definida “o 4º Poder”; hoje, no Brasil, o 4º poder é o da criminalidade organizada.

A desigualdade social

Nos países democráticos TODOS os que têm 18 anos têm seu carro e computador, vivem numa casa com ar condicionado no verão e aquecimento no inverno, a família tem casa de campo e passa 20 dias na praia, os solteiros fazem turismo sexual na América Latina. Os políticos recebem, entre salários e benefícios, 11 vezes o salário de um operário não especializado e patrocinar a contratação de um funcionário sem concurso constituem motivo para perda de mandato.

No Brasil, mais da metade da população vive em barracos sem instalações higiênicas e depende de uma bolsa de alimentos doada pelo Presidente da República para sobreviver vegetando. Os políticos recebem, entre salários e benefícios, 200 vezes o salário de um operário.

Nos países democráticos, a desigualdade social não é problema para ninguém. Nos países pseudo-democráticos, como é o Brasil, é um crime que clama justiça ao céu e, na terra, a revolta dos homens de bem.

A caridade e a solidariedade

No atual contexto político do Brasil, se os empresários pagassem o dobro de imposto e doassem aos pobres todos os seus lucros, os caridosos e defensores dos pobres que nunca e nada fizeram para combater as causas e os causadores da pobreza promovessem dez campanhas Criança Esperança por mês, todos os menos pobres fizessem a caridade aos mais pobres, os países democráticos do mundo perdoassem todas as suas dívidas, concedessem todos os empréstimos, sem cobrar juros que o governo do Brasil pedisse e construísse um “alimentoduto” de 10 metros de diâmetro para alimentar os pobres, os políticos aumentariam, ao infinito, seus salários e investimentos no assistencialismo eleitoral, mas em nada mudaria a condição de pobreza, miséria e desespero do povo. brasileiro.

“O melhor”

Em 2002, no desespero o povo brasileiro levou, nos braços, o operário, iletrado e “socialista”, grande admirador de Fidel Castro, Luiz Inácio Lula da Silva, à Presidência da República. No seu governo, a corrupção e o assistencialismo com fins eleitorais foram eleitos programa de governo e modo de governar; “graças” a ele, hoje o povo brasileiro é um povo de pedintes e assistidos e o Brasil é a terra prometida para banqueiros e aventureiros de toda espécie. Mesmo assim, seu governo é o melhor dos últimos 50 anos e “ELE” é o melhor candidato para as eleições de 2006. Com ele o Brasil dará os passos derradeiros para ser, junto do Paquistão e da Bolívia, o país da maior tragédia econômica, social e humana do mundo. A imprensa se preocupa em explicar o fenômeno do “lulismo”. Na verdade não se trata de um fenômeno, mas do fato que o Presidente e candidato Lula oferece uma banana para 3 refeições por dia e os demais candidatos nem isso oferecem.

O Tribunal Internacional

No Brasil, devido a uma insuficiente alimentação e à precariedade das condições higiênico-sanitárias em que vivem, mais de 500 crianças morrem todos os dias e milhões sofrem conseqüências irreversíveis a suas faculdades intelectivas (parecer dos cientistas). Por isso, como exemplo, o Presidente Lula e todos os ex-presidentes vivos dos últimos 50 anos deveriam ser conduzidos ao Tribunal Criminal Internacional para serem julgados pelo crime de “genocídio branco” (sem violência física), assim como Milosevic estava sendo julgado, pelo mesmo crime, praticado com a violência das armas.

A educação

Nos anos 50, a Argentina e o Uruguai eram os países mais alfabetizados do mundo. Isso não impediu a tragédia social e humana desses países. Em Cuba, onde foi montado um circo de ilusionismo, todos os jovens têm um diploma universitário; ao entardecer, as moças (chamadas pelos cubanos de “jineteras” – boas de montaria) colocam na bolsa meia dúzia de preservativos e o diploma de Relações Públicas e vão passear na praia à procura dos operários dos países democráticos em turismo sexual. Magro consolo é o fato de que as de Santo Domingo e as do Brasil nem bolsa têm.

O primeiro e grande valor da educação é ensinar aos filhos e aos alunos que a liberdade e a democracia são os primeiros fundamentos para eles viverem como homens.

Progresso ou regresso?

Os discursos néscios e as esfarrapadas bandeiras dos políticos dos últimos 50 anos em que se indicaram: a construção de Brasília; fictícios e efêmeros milagres econômicos; milagrosos planos de inverno e verão; o combate ao mal da inflação com o mal maior da recessão e agora de bolsas cheias de qualquer coisa e de nada para todos e para ninguém são, de fato, um deprimente, vergonhoso, indigno e sorrateiro espetáculo de falsidade ideológica e demagogia. A verdade é e os fatos são que: frente ao progresso dos países democráticos do mundo (Austrália, Canadá, Coréia do Sul, Estados Unidos, Israel, Japão e União Européia), o Brasil acumulou um atraso de anos-luz. Na verdade, o povo brasileiro deve lutar para “avançar” rumo à condição política, econômica e social do Brasil em 1956, com relação aos países democráticos do mundo. O triunfalismo dos políticos no poder, vangloriando o sucesso das exportações, de sermos auto-suficientes em petróleo, os maiores exportadores de alimentos do mundo, do Brasil potência mundial, de recuperação da economia e do combate à fome e à miséria investindo 30 bilhões em bolsa-escola e bolsa-família, de 7 milhões de brasileiros terem passado da classe pobre para a classe média, ou seja (de acordo com o Dicionário Aurélio), à burguesia, são infâmias, quando muito, delírios patéticos, sonhos de gente de boa vontade lembrando que: “De boa vontade está cheio o céu e... o inferno também”.

O antiamericanismo a priori

O antiamericanismo a priori é uma característica das forças antidemocráticas: os políticos dos países subdesenvolvidos, os líderes do terrorismo e os governos dos países democráticos.

Na verdade, os Estados Unidos não são um país imperialista, mas sim um país capitalista assim como são a França, a Noruega, a Suíça e o Vaticano. A diferença está na dimensão e não nos princípios e preceitos. Sem os Estados Unidos, não haveria democracia no mundo, a Alemanha hitlerista e o Imperialismo japonês governariam e os inimigos da democracia não teriam oponentes.

A campanha eleitoral

Na campanha eleitoral, os candidatos saem do contexto ético e moral quando se vestem de mestres de obras e prometem fazer grandes obras ou informam que “nos últimos anos, 7 milhões de brasileiros passaram da classe pobre à classe média” (de acordo com o Dicionário Aurélio, a classe média corresponde à burguesia).

Nenhum candidato apresentou um programa de como moralizar a política e fazer a reforma agrária.

 

Saber ou não saber

Em entrevista à Rede Globo, o candidato Lula, questionado se sabia ou não do caixa 2 e da “tsumani-roubalheira” do mensalão, programada pela cúpula do seu partido (7 pessoas), respondeu seco, direto e claro: “Eu tenho 1 milhão e 200 mil funcionários. Como é que Eu vou saber o que faz cada um deles?”. Na verdade, meses antes, na França, havia declarado: “esse aí, no Brasil, é normal!”. Dois dias depois, seu Primeiro Ministro, coração e alma do seu partido, disse: “No Brasil isso é prática milenar!”

O candidato Lula foi um grande líder sindical, mas um profissional despreparado, demonstrado pelo acidente que o mutilou, e um desastroso Presidente da República, devido a ter levado o “País do Futuro” a ser um país do Passado... remoto.

Das soluções – Esclarecido não ser o Brasil um país democrático, deve-se promover um Movimento Cívico para a Democracia que declare, de imediato, o estado de emergência econômica e política do país e convoque o exército para assumir o poder por um período de um ano, no qual serão suspensas todas as atividades parlamentares e convocadas novas eleições, nas quais o voto será impessoal a uma legenda que apresente um programa de governo e não a um candidato que proponha distribuir merendas a 40 milhões de famintos e emprego a dezenas de milhões de desempregados para serem ocupados em trabalhos inúteis em cargos inventados remunerados com salários de fome.

Os primeiros fundamentos de um Brasil Democrático são:

1. Registrar, no mundo, uma organização sem fins lucrativos para divulgar nossa proposta.

- Inserir o Brasil no contexto dos países democráticos é imprescindível para os países da civilização ocidental e para a economia mundial.

2. Organizar a política e a administração públicas no modelo dos países democráticos.

- O Brasil é, virtualmente, a segunda potência econômica da civilização ocidental. Suas raízes e cultura são incindíveis dessa civilização; portanto, é um absurdo histórico, fatal para o mundo, não adotar os mesmos princípios e parâmetros na organização e administração da sociedade (salários e benefícios dos parlamentares nos países democráticos nunca são superiores a 11 vezes o salário de um operário não especializado).

3. Efetivar a reforma agrária em terras produtivas e irrigáveis reservando 10% do orçamento nacional para essa reforma.

- O Brasil, depois da Argentina, tem a maior concentração da população urbana do mundo, maior que a dos Estados Unidos, França, Itália e demais países da União Européia.

A ausência de qualquer projeto de reforma agrária faz crescer a população das periferias “governadas por um governo paralelo”, ou seja, governadas pela criminalidade organizada. Os orçamentos dos últimos 20 anos previam e prevêem uma despesa de 4 bilhões para as despesas do Congresso (salários e benefícios dos parlamentares) e... 1 bilhão e 400 milhões para a reforma agrária. Os governos do Presidente Lula e de FHC o apresentaram, o Congresso aprovou e aprova e a nossa “passionária” (Heloísa Helena) preferiu e prefere não tomar conhecimento desse fato tão “insignificante”.

4. Depois de efetuado o indicado nos pontos 2 e 3, declarar o Estado de Emergência Econômica, a Autarquia da Economia, suspender o pagamento de todos os juros ao capital financeiro e pedir aos demais países da civilização ocidental a instituição de um novo Plano Marshall.

- Para os credores é mais interessante suspender o pagamento dos juros por um projeto de recuperação da economia do que a falência total da economia dos devedores.

5. Juntamente com a campanha “Fome Zero”, promover a campanha “Imposto Zero”.

- Ao reduzir os mais altos impostos do mundo, o Brasil poderá exportar macarrão para a Itália, relógios para a Suíça e brinquedos para a China. Ao humanizar o Brasil, o país voltará a ser a meta preferida de 100 milhões de turistas.

 

A vontade do povo

Uma demonstração da vontade e da disponibilidade do povo brasileiro de lutar e vencer a política sorrateira e infame que visa transformar o povo numa massa de mendigos, assistidos e pedintes foi a candidatura do Doutor Enéas Carneiro, que, ao gritar seu nome e criticar, em absoluto, a classe política, nas eleições para Presidência da República de 1994, obteve 5 milhões de votos e se colocou no 3º lugar (na frente de Ulisses Guimarães e de Leonel Brizola). Se tivesse apresentado um programa concreto para a recuperação da economia moralizando a política e fazendo uma verdadeira reforma agrária, seria, hoje, Presidente Vitalício do Brasil e o Brasil um país de primeiro mundo.

 

    O socialismo

    A idéia de Lênin de que “o socialismo é a criatividade vivente das massas” não é verdadeira, como o demonstra o ex-presidente da União Soviética Mikhail Gorbachev nas primeiras 20 páginas do seu livro Perestroika, quando diz: “O desinteresse, a negligência e indiferença são a característica dos trabalhadores da União Soviética”. Portanto, é demonstrado que o socialismo está fora da medida do homem e a democracia continua sendo: “o pior governo depois de todos os outros”.

 

  O antiamericanismo a priori

Anarquistas, comunistas e demagogos de toda espécie indicam os Estados Unidos como um país imperialista. Na verdade, os Estados Unidos são um país capitalista como o são a Noruega, a Suíça a França e o Vaticano. A diferença está na dimensão e não nos princípios e preceitos.

O Brasil e as favelas

Em 19 de março de 2006, a Rede Globo, com a autorização e supervisão dos “governantes” da favela, apresentou um documentário sobre a vida e a morte das crianças e adolescentes nas favelas do Rio de Janeiro. No final do documentário, a apresentadora Glória Maria pergunta: “Quem é o culpado e quem é a vítima?”. O Ministro da Justiça, impassível e categórico, declara: “O programa comoveu a nação, para resolver o problema devemos convocar toda a sociedade”. O escritor de novelas Manoel Carlos diz: “Eu vi nesse documentário algumas das cenas mais chocantes que jamais tinha visto na minha vida e das quais, realmente, não sabia”. O escritor Luis Fernando Veríssimo diz: “Alguém mergulhou nesse inferno e voltou com esse detalhamento, um relatório terrível!” A escritora de novelas Glória Perez diz: ”É um gueto, uma terra de ninguém. Chega de discussões teóricas, vamos partir para a ação!” A atriz Camila Pitanga comenta: “A importância desse documentário é resgatar a humanidade que há dentro de nós. O cineasta Cacá Diegues encerra com uma verdade total, absoluta e definitiva quando diz: “Elas [as favelas] não são o problema do Brasil, o Brasil é que é o problema dessa gente, nessas situações a vida perde os seus valores fundamentais” (se a vida deles não vale mais nada para eles imagine a dos outros). No intervalo da apresentação do documentário, a apresentadora Glória Maria informa: ” Em São Paulo , um prédio foi assaltado por 8 homens armados de metralhadoras, uma hora depois chegou a polícia, que perseguiu os ladrões e trocou tiros com eles”. O Ministro da Justiça diz que “é necessário convocar a sociedade” e, sobre essa linha, estão as demais personalidades interpeladas. Convocar a sociedade? Mas: qual sociedade? A sociedade antes descrita e que, durante os 60 minutos da apresentação do documentário, em São Paulo houve 100 assaltos, no Brasil, 6 pessoas foram assassinadas e, devido a uma insuficiente alimentação e condições higiênico-sanitárias de extrema precariedade, 20 crianças morreram. Seria esta a sociedade a ser convocada?

Cabeça erguida

Há políticos afirmando que andam de cabeça erguida. Na verdade, o direito de reivindicar para si esta condição é subjetivo haja vista que Hitler, Mussolini e Lampião sempre andaram de cabeça erguida e de nariz empinado. Lembramos que, em março de 1996, no anfiteatro da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, o Presidente Lula, respondendo a nossa pergunta: "O que Vossa Excelência pensa do escandaloso e indecente salário dos deputados?", afirmou: “Eu não acho que salário de deputado seja indecente, eu acho que 8.000 (oito mil) reais por mês de salário-base... até não é muito!" – há de se observar que o salário-base representa a mínima parte da remuneração dos parlamentares e que, na época, o salário de 80% dos trabalhadores e aposentados era de 80 (oitenta) reais por mês, correspondente a 1% do salário dos parlamentares.

Um político brasileiro tem direito de andar de cabeça erguida somente depois de explicar onde estava e detalhar sua ação quando, estando os funcionários públicos há oito anos sem receber aumento de salário, em 19 de dezembro de 2002, sendo FHC Presidente e eleito o Presidente Lula, os parlamentares, em dois minutos, aumentaram seus salários em 54% e, em 28 de fevereiro de 2003, aumentaram os benefícios em 71% (Folha De São Paulo, 19 dez. 2002; Estado de Minas, 28 fev. 2003) – no total recebiam um valor correspondente a 250 vezes o salário de 80% dos trabalhadores e aposentados do país. Em 15 de janeiro de 2005, na eleição para Presidência da Câmara, um desconhecido deputado de um pequeno partido que prometia dobrar o salário dos parlamentares e melhorar as instalações sanitárias da casa derrotou o candidato do governo e da oposição com 2/3 dos votos.

Em abril de 2006, frente ao maior escândalo de corrupção dos últimos séculos, a maioria dos parlamentares contraria a comissão de inquérito e vota, em secreto, para a absolvição de todos os políticos implicados. O Governo pede para encerrar os trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito do escândalo do “MENSALÃO”. Logo depois de dar informações sobre o seu paradeiro nesse momento e dizer dos seus pronunciamentos a esse respeito, poderá o político brasileiro andar de cabaça erguida e o povo levá-lo nos braços. Antes não e nunca.

 

Antes e depois

Antes de ser eleito, o Presidente Lula proclamava: “Nós já pagamos muitas vezes a nossa dívida ao capital financeiro internacional, portanto, nada devemos”. Dois dias depois de eleito, declarava: “Aqui não aconteceu nada, nós vamos dobrar as reservas para garantia dos pagamentos dos juros de nossa dívida!”. Um dia depois, o presidente do FMI declarava à imprensa: “O Presidente Lula é um homem inteligente e patriota”. A ovelha negra se tornou o filho pródigo do monstro que, junto da imoralidade na política, é responsável pela miséria, pela dor e pelo desespero dos povos do mundo.

A Ditadura Militar

No tempo da Ditadura Militar, o salário tinha um valor real superior ao atual, a criminalidade era 1/10 do que era em 2005, o índice dos que viviam abaixo do nível de pobreza era menor e o turismo sexual dos operários europeus no Brasil ainda não estava na moda. Os patriotas da Espanha, quando Napoleão a invadiu para “libertá-la” (dizia ele), escreviam nos muros e gritavam: “ABAIXO A LIBERDADE!!!”. Será que é válido o velho ditado de: “Era melhor quando era pior”? Para morrer é melhor a forca ou a guilhotina?

A “Bolsa Emprego”

O emprego público de carteira assinada é a artimanha sorrateira e infame dos políticos para dar um emprego, mal pago, a adeptos a trabalhos inúteis em cargos inventados, financiados com o dinheiro dos impostos a seus eleitores, à custa de investimentos nas áreas da educação, da saúde e do saneamento básico.

A miséria cá e lá

No Brasil, 70% da população foi excluída e marginalizada do mercado de consumo, da sociedade e da condição humana. Os políticos se instituíram em classe em si e para si sem mais nenhum vínculo com os interesses do país e do povo, estabelecem, para si, salários e benefícios de 200 vezes o salário dos 80% da população ativa.

Nos países democráticos do mundo (idem), um parlamentar recebe, entre salários e benefícios, 11 vezes o salário de um operário não especializado. O maior problema é impedir a invasão de milhões de desesperados sem nenhuma cultura do trabalho como meio para produzir riqueza. Os 3% da população de emigrantes são responsáveis pelos 30% da criminalidade e, juntos dos filhos, constituem massas de desempregados à procura de um emprego e não de trabalho. Cada pessoa com mais de 18 anos tem seu carro, as famílias dos operários têm geladeira, congelador, telas de mosquito nas janelas, ar condicionado no quarto de dormir e, quando a temperatura baixa a menos de 18 graus, o sistema de aquecimento entra em funcionamento; os operários comem macarrão com queijo parmesão, carne, salada e fruta 2 vezes ao dia; quando têm vontade saem com as crianças para tomar um sorvete. O desempregado recebe 80% do salário durante anos. A assistência médica e a educação, inclusa a universidade, são garantidas e gratuitas. As eleições acontecem no domingo e na segunda-feira, devido ao fato de os operários, aos sábados e domingos, irem para a praia ou para sua casa de campo. As mulheres que se dedicam à prostituição o fazem por vocação e não por necessidade. A prostituição, os trabalhos de servente de pedreiro, serviços domésticos, de acompanhante de idoso e de levar o cachorro da madame para passear, são atividades reservadas aos imigrantes, clandestinos dos países subdesenvolvidos, especialmente Brasil, Argentina e demais países da América Latina, Ásia, África e ex-países comunistas.

A Companhia Air France, em 03 de abril de 2006, anuncia uma viagem de Paris a Salvador ida e volta e mais 9 dias e 7 noites num hotel 4 estrelas por 597,00 euros. Um operário não especializado tem um salário de 1200 euros, ou seja, sobram 606 euros para o turismo sexual, que é um crime, mas, como disse o Presidente Lula sobre o caixa 2: “No Brasil é praxe”.

Nos países democráticos (idem), há um bom número de indigentes que optaram, livremente, por não ter nada e não fazer nada para não ter problema nenhum.

A glamourização da ignorância

O ator Lima Duarte, em entrevista à imprensa (31 mar. 2006), declara: “O Presidente Lula faz a glamourização da ignorância ao afirmar ter nascido no campo e ser filho de pai e mãe analfabetos”. Ambíguo e impróprio é também o discurso do Presidente Lula quando diz: ”Para governar um país não precisa de diploma, precisa de bom coração!”. Na verdade, poucos aceitam entrar num ônibus cujo condutor tem boa vontade, mas não tem carteira de habilitação e nenhuma prática de direção.

O voto secreto

O voto secreto dos parlamentares é uma mesquinha e despudorada artimanha que contraria o parágrafo único do Artigo 1 de nossa Constituição, que diz: “Todo poder emana do povo que o exerce através de seus representantes eleitos...”. Como é possível imaginar um representante que faz segredo de seus atos ao seu representado?

A publicidade

Os Governos Federal, Estadual e Municipal investem somas astronômicas em publicidade do Presidente da República e Ministros de Estado, Governadores e Prefeitos. Seus retratos e biografia poluem o meio ambiente e deprimem moralmente os cidadãos ao enaltecer SUAS obras sociais, de infrae-strutura (estradas, pontes, ferrovias e prédios escolares), na escola, na saúde, na segurança. Na inclusão social bancária, telefônica, elétrica e alimentar, faltando apenas a inclusão lotérica com a distribuição de apostas no jogo do bicho ou na mega-sena. Na verdade, as obras são feitas extorquindo impostos monstruosos e mastodônticos aos empresários obrigados, por isso, a pagar salários de fome aos operários.

A classe média

Os produtos de consumo da classe média (gasolina, transporte, água, luz, telefone, vestiário, mensalidade escolar, etc.) tiveram, nos últimos anos, uma inflação de 15 a 20% ao ano de modo que a classe média deixou de ser tal para ser a nova classe dos menos pobres, diferente dos pobres por ter um carro último tipo dos anos 70 na garagem e ter um emprego público.

O crescimento do PIB

O crescimento do PIB através do aumento da exportação de produtos agrícolas dos latifundiários e matéria prima das mineradoras, nada tem a ver com o mais importante para o povo, que é a sua inclusão na sociedade através de sua participação e trabalho nas atividades produtivas.

A cura pior que a doença

Desiludido e decepcionado pelos governos dos últimos 50 anos, o povo brasileiro levou, nos braços, o operário metalúrgico Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República. O populismo, a demagogia e a corrupção foram eleitas a modo de governar e o povo vive os momentos de sua maior tragédia.

As jaulas e a lista de espera

Nas cadeias, 70 encarcerados, à espera de serem julgados, são enjaulados em celas para 15 presos; 200 mil mandatos de prisão não são executados por falta de vagas nas cadeias e juízes libertam condenados por assassinato por falta de condições mínimas nas cadeias.

Mega sena carcerária

No Rio de Janeiro, o Governador Antony Garotinho acabou com as revoltas dos presos dando aos condenados condições de vida e de ação criminal melhores que as de quando estavam em liberdade e tinham de pagar aluguel, comprar alimento, sustentar a família e pagar alimentos para os filhos nascidos fora do casamento. Não seria surpresa se for promovida uma loteria tendo como prêmio 6 meses de cadeia para o “sortudo” sorteado.

Os tiranos e as tiranias

Nunca nenhum tirano instituiu a tirania. Com seus feitores e caudatários e com a omissão complacente de acomodados e medíocres. Sempre.

A hipérbole da desfaçatez e do sarcasmo

O Governo do Presidente Lula, no seu site www.brasil.br/emquestao, em 11 de abril de 2006 publica uma mensagem com o título: “O Brasil Sorridente reúne uma série de ações voltadas para cidadão de todas as idades”. O grande problema no Brasil não é a falta de dentes, é a falta de cidadania para o povo e de vergonha nos outros.

O doente e a cura

O Brasil está muito doente. Um sem número de parasitas o dominaram e o prostraram; inerme, inerte e exangue espera de seus filhos a ação purificadora para ressurgir com o brilho e a glória que Deus lhe deu como destino.

Leia a íntegra do nosso Manifesto e anexo no nosso site. Envie-nos seus comentários, críticas e sugestões e sua disponibilidade em organizar e participar de conferências e debates sobre os temas: “O Brasil é um país democrático?” e: “Por que o Brasil é um país subdesenvolvido?”.

 

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Manifesto O Destino do Mundo do Grupo Filósofos do ano 2000

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Atualização julho 2005

Em seu pronunciamento de 23 de abril de 2005, o Presidente Lula, frente ao maremoto de denúncias de corrupção do seu governo, dissertou sobre o mal da corrupção. Na verdade, a corrupção na política no Brasil é das mais baixas do mundo, haja vista que a indecência e a imoralidade acontecem de acordo com as leis que os políticos sancionam para legalizar todo e qualquer ato e atitude por mais absurdos e imorais que sejam. Trata-se, então, de falsidade ideológica, prática leonina e formação de quadrilha, responsável pela tragédia humana do povo brasileiro e, por isso, os que ocupam ou ocuparam o cargo da Presidência da República deveriam ser julgados como exemplo por um Tribunal Internacional pelo crime de “genocídio branco” (sem violência física) perpetrado contra a população de seu país, assim como Milosevic está sendo julgado por genocídio praticado com a violência das armas.

Nos últimos 50 anos, o Brasil teve na Presidência da República homens cuja moral e boas intenções estiveram acima de qualquer dúvida e suspeita, mas sua condição de estadistas, entendida como: “capacidade de prever o resultado de sua política” (José Martí), foi absolutamente nula e um populismo deslavado e esconso foi sua marca.

Juscelino Kubitschek construiu uma nova capital no meio de um despovoado deserto a 2000 km do centro econômico do país e, por sugestão da Volkswagen e ordem das sete Irmãs do petróleo (Texaco, Shell, Mobiloil etc.), abandonou as ferrovias e colocou o Brasil sobre rodas sem ter estradas para rodar. Os governos militares montaram um efêmero milagre econômico com um endividamento do país para os próximos dois séculos. José Sarney lançou o Plano Cruzado baseado na troca da moeda e, por isso, pediu ao povo brasileiro para esquecer a miséria e todo o sofrimento do passado. Fernando Collor identificava um bom governo com a esportividade do Presidente, substituindo os velhos marajás pelos novos. De Itamar Franco, presidente por acaso, não há registro de algum ato errado e nem certo. Fernando Henrique Cardoso ficou 10 anos no governo com a mistificação da inflação como o grande mal da economia do país, saiu enxotado e amaldiçoado pelo povo e abriu o caminho para uma vitória eleitoral plebiscitária da esquerda ainda mais arcaica, demagógica e populista. O Presidente Lula, durante sua campanha eleitoral, declarava: “O Brasil é um país de imensas riquezas, o seu destino será de glória e prosperidade”. Duas horas depois de conhecer o resultado das eleições, proclamava: “Se no fim do meu mandato o povo brasileiro comer 3 vezes ao dia, terei cumprido a minha missão”. Um discurso lógico e objetivo para Madre Teresa de Calcutá e não para o Presidente da República da oitava potência econômica do mundo. Um discurso restritivo que ofendeu o povo brasileiro reduzido à condição de ave de criação (ou pior). O discurso certo teria sido: “Se no fim do meu mandato todo brasileiro tiver um trabalho que lhe permita viver dignamente, terei cumprido o meu dever de brasileiro, de cidadão e de governante”.

Nada como as grandes decepções para revelar a verdade e indicar soluções. O PT e o Presidente Lula foram a última, grande e definitiva decepção para todos os que acreditavam e acreditam na diversidade ou alguma diferença dos políticos pela militância em siglas partidárias diferentes. Nos últimos 50 anos ninguém governou sem a barganha e a corrupção. A idéia de votar em “gente nova” é absurda, banal e ridícula: tem muita gente nova muito pior que muita gente velha. Para mudar tem de se votar em programas concretos cujos primeiros fundamentos sejam: a moralização da política e uma verdadeira reforma agrária, como indicado nos anexos deste Manifesto. A deprimente, esquálida e aberrante crise moral, política e institucional do país depois de 30 meses de governo do Partido dos Trabalhadores é a demonstração do vazio de idéias e princípios para mudar o caminho para o Buraco Negro, sem piedade e sem retorno, rumo ao qual a classe política está levando o Brasil e o povo brasileiro.

Os pobres são cada vez mais pobres, os menos pobres vivem na ansiedade e na angústia ou de perder o emprego ou da falência de sua empresa e os ricos encomendam carros blindados e apartamentos em condomínios de luxo, verdadeiros paraísos de papelão num inferno de fogo. É chegado o momento de ter consciência de que, se os empresários, os comerciantes, os profissionais, os intelectuais e todos aqueles que com luta, suor, trabalho e inteligência construíram seu sucesso e prosperidade, investissem na divulgação de idéia e projetos concretos, como é o nosso Manifesto, seria possível mudar o destino deles, do Brasil e do povo brasileiro.

Onde estão os cantores e poetas que durante a ditadura declarada cantaram hinos de glória à liberdade e à democracia e agora silenciaram seu canto e sua musa, pagos pela tirania ter mudado de nome e eles e seus parentes terem se arrumado num bom emprego?

Qual é o valor moral das instituições não governamentais, religiosas e das personalidades da arte, da cultura e do esporte, que organizam infinitas campanhas de caridade e solidariedade par dar um prato de comida no dia de Natal a alguns dos milhões que passam fome o ano inteiro ou financiam instituições que combatem o câncer, que atinge 100 mil pacientes e nada fazem, nem dizem, sobre os responsáveis por 100 milhões de vítimas do câncer da política? É evidente que estes e aqueles não têm nenhum interesse em resolver os problemas dos “outros”, mas sim em receber aplausos, votos ou a beatificação pela sua farsa.

Frente à oficialização da imoralidade na política e dos políticos, todos, feita pelo “mensalão”, o Presidente Lula declara: “Ninguém é mais honesto do que eu!” Na verdade, um cidadão honesto pode ser Caixa, mas, nem por isso, Diretor de Banco ou Motorista de Ônibus.

O despreparo de um cidadão para exercer o cargo de Presidente da República é manifesto quando proclama: “Para governar um país não é necessário ter um diploma, é necessário ter um bom coração”. Ora, Senhor Presidente: “A justiça não é a bondade” (Kant). Ter um bom coração é um sentimento bom para o relacionamento humano com os demais, não para governar um país. Essa frase é uma demonstração do mal de não ter um diploma e de desprezar a cultura.

Emiliano Zapata, analfabeto, chefiou a justa revolta dos “Sem terra”, ocupou três vezes a Cidade do México, mas era um “homem simples, não soube exercitar o poder político” (Enciclopédia Homnia Panorama). Morreu assassinado e os Sem terra continuam sem terra e sendo assassinados até hoje.

Abraham Lincoln, semi-analfabeto até os 21 anos, diplomado em Direito aos 26, foi brilhante Advogado, Deputado, Senador aos 37 e Presidente da República aos 51 (Enciclopédia Delta Larousse); foi o maior e melhor Presidente da República na história dos tempos modernos, precursor da grande nação democrática, hoje, solitária guardiã da liberdade e da democracia no Mundo.

Aqui ninguém pede a ninguém para ajudar ninguém. Aqui se diz que: “Ou o povo brasileiro acaba com a imoralidade da classe política ou a imoralidade da classe política acaba com o Brasil e o povo brasileiro”.

Ao Presidente Lula, pedimos o ato patriótico de ter a coragem cívica de um pronunciamento à nação em que reconhece a inviabilidade de governar o país para quem quer que seja sem antes moralizar a política e fazer uma verdadeira reforma agrária em paz, como indicado no nosso Manifesto e anexos.

Aos que Deus deu uma grande luz para iluminar os caminhos da humanidade, como, por exemplo, Padre Cláudio Hummes, Arcebispo Emérito de São Paulo (o grande Papa que não foi eleito), e a todos os homens de bem do Brasil, pedimos para apoiar este nosso pedido ao Presidente Lula.

É devido à imoralidade na política e à falta de uma verdadeira reforma agrária que, na Argentina, apesar de ser o segundo maior exportador de alimentos do mundo, 35% da população vivem na pobreza absoluta e, no Brasil, que a cada ano exporta 120 milhões de toneladas de grãos, produzidos pelos latifundiários financiados com o dinheiro público, em nada diminui o número dos que disputam, com os urubus, restos de comida nas descargas do lixo.

A violência atinge proporções inauditas: a cada 10 minutos uma pessoa é assassinada (uma pesquisa da UNESCO revela que no Brasil o índice de assassinatos supera o número de mortos nos países atualmente em guerra). Em São Paulo , a cada 6 segundos há um assalto, prédios são invadidos e seus moradores assaltados durante 6 horas. Pelos altos índices de violência, a cidade do Rio de Janeiro, certamente a mais bonita do mundo, foi excluída dos roteiros das empresas de turismo mundial. O Presidente do Supremo Tribunal Criminal declara: “As periferias são governadas por um governo paralelo”, ou seja: 30 milhões de brasileiros são governados pela criminalidade organizada.

Os programas econômicos dos governos são substituídos com imensas campanhas de assistência alimentar, transformando seus povos em assistidos e pedintes que aplaudem seus algozes.

A campanha eleitoral é um espetáculo carnavalesco com a promessa do candidato do governo de criar (!?) 10 milhões de empregos e o da oposição, mais modesto, 8 milhões. Trata-se, naturalmente, de empregos nos serviços públicos para adeptos a trabalhos inúteis em cargos inventados pagos com os impostos dos que trabalham nas atividades produtivas.

O governo apresenta como retomada da economia o aumento das exportações; na verdade, exportar minério extraído do solo e produtos agropecuários produzidos e comercializados pelos latifundiários e importar produtos manufaturados em nada beneficia o emprego e melhorias para o povo. Combater o desemprego com o aumento do funcionalismo público é o mesmo que fazer uma transfusão de água a um anêmico.

Devido a uma alimentação inadequada e condições higiênico-sanitárias de extrema precariedade, morrem 200 crianças a cada dia e milhões sofrem conseqüências irreparáveis a suas faculdades intelectivas. A assistência médica tem as características dos países mais pobres da África. A escola tem como única finalidade servir uma merenda e 400.000 crianças da quarta série não sabem ler e escrever seu nome (relatório da UNESCO). Os adolescentes que atuam no trabalho escravo ou no turismo sexual são uma categoria de privilegiados. Milhões vivem em barracos de madeira e papelão, impróprios para cachorros e porcos, construídos nas beiras dos rios e nas encostas dos morros sem nenhuma infra-estruturar; na primeira chuva os barracos e seus moradores são arrastados e sepultados na lama.

Em 26 de dezembro de 2004, um maremoto atingiu as praias de países da Ásia e da África. 200 mil pessoas morreram e as instalações e infraestruturas dos lugares atingidos sofreram graves danos. Os povos da América Latina, por causa de sua classe política, vivem a condição de dois maremotos por ano.

No final de janeiro de 2005, em Davos (Suíça), o quarteto tragicômico formado por Bill Clinton, Bill Gates, Tony Blair e o cantor Bono ofereceu ao mundo a maior farsa de todos os tempos com um demagógico e deprimente espetáculo circense conclamando os ricos a resolverem os problemas da fome e da pobreza dos países pobres através do perdão das dívidas e doações de alimentos.

No atual contexto político e econômico dos países subdesenvolvidos, se os países industrializados emprestassem aos países pobres todo o dinheiro que seus governantes pedirem e sem cobrar juros, os operários trabalhassem sem receber salário, os empresários pagassem o dobro de impostos, os aposentados renunciassem à aposentadoria e fosse construído um “alimentoduto” de 2 metros de diâmetro para fornecer alimentos aos pobres, os políticos aumentariam seus salários e privilégios sem limites e instituiriam uma sociedade de pedintes e assistidos para elegê-los e reelegê-los, mas em nada mudaria a condição de miseráveis, marginalizados e excluídos de 70% de seu povo.

A crise econômica dos países da civilização ocidental, pela falta de crescimento do mercado de consumo mundial, é imanente. Pensar que a curto ou breve prazo os mercados de países governados por ditaduras declaradas ou de culturas arcaicas e primitivistas possam se constituir em mercados de consumo de alguma importância é absurdo e insensato. A América Latina se constitui em 1/3 da população, do território e dos recursos naturais desta civilização, portanto, a recuperação da economia mundial iniciará no mesmo dia em que os países da América Latina entrarem no contexto dos países democráticos, nunca um dia antes.

O destino do mundo está no destino da América Latina e o destino da América Latina está no destino do Brasil.

O antiamericanismo a priori

Numa imensa campanha publicitária desleal, hipócrita e sorrateira indicando os Estados Unidos como um país imperialista, ao islamismo se juntam toda espécie de demagogos, anárquicos e frustrados por não terem nenhuma proposta alternativa à sociedade democrática da livre iniciativa. Na verdade, Estados Unidos não é um país imperialista, é um país capitalista assim como são a França, a Noruega, a Suíça e o Vaticano. A diferença está na dimensão e não nos princípios e preceitos. Sem os Estados Unidos, não haveria democracia no mundo, Hitler governaria e, durante suas férias, Saddam Hussein colocaria os Cardeais a serem Muezim no alto da Cúpula de São Pedro em Roma.

O islamismo e o Alcorão

O islamismo, através do terrorismo, em 11 de setembro de 2001 declarou uma guerra total contra a civilização ocidental. Sua inspiração e guia é o Alcorão, em seu Capítulo 4, Parágrafos 15-34-74-84-89-91-92, e Capítulo 9, parágrafos 5-14-23-111 (site www.kuran.gen.tr/).

São exemplos do espírito do Alcorão:

Capítulo IV, item 15. Quanto àquelas, dentre vossas mulheres, que tenham incorrido em adultério apelai para quatro testemunhas, dentre os vossos e, se estas o confirmarem, confinai-as em suas casas, até que lhes chegue a morte.

Capítulo IX, item 5. Mas quando os meses sagrados houverem transcorrido, matai os idólatras, onde quer que os acheis; capturai-os, acossai-os e espreitai-os.

Item 111. Deus cobrará dos fiéis o sacrifício de seus bens e pessoas, em troca do Paraíso. Combaterão pela causa de Deus, matarão e serão mortos.

No Alcorão, a mulher é discriminada e vista como uma subespécie para uso e a serviço do homem, o escravo como uma mercadoria para troca e compenso e Allah (Deus) como um feroz e implacável justiceiro e punidor que assume para si todos os delitos e crimes de seus seguidores.

Nas páginas do Alcorão recorrem os termos matai-os onde os encontrais, capture-os, assediai-os, fazei-lhes ciladas. Depois disso, crente é um eufemismo de terrorista e o livro é um manual para a guerrilha e o assassinato, e não uma doutrina religiosa de amor, de irmandade e de paz para todos os homens da terra.

O texto do Alcorão viola as leis civis, penais e constitucionais dos países da civilização ocidental e, por isso, em cada país, devem-se constituir grupos para denunciá-lo à autoridade judiciária e declará-lo fora da lei. A prática do culto islâmico deve ser suspensa até quando sua doutrina for reformada e adequada às leis e aos princípios éticos e morais dos países democráticos.

– É possível que a Bíblia, os Evangelhos, a Torá e outros textos, mais ou menos sagrados, sejam ainda mais virulentos e sanguinários; a grande diferença, porém, é que o islamismo os atua hoje e não 1000 ou 2000 anos atrás.

A guerra ao terrorismo islâmico

A idéia de que seja possível dialogar, exportar ou impor a democracia a povos fanatizados pela religião é absurda, imprópria e estulta. O fanático, ideológico ou religioso, é um ser que abandonou a razão e, por isso, não é mais um ser humano, mas somente um ser vivo como são as serpentes, os tigres e os chacais. Com eles, os diálogos e a tratativa não fazem sentido e nem têm fundamento.

O grande erro dos Estados Unidos não é o de combater a guerra infame que o Islã declarou – e combater de modo covarde, mesquinho e traiçoeiro contra a civilização ocidental –, é o de combater essa guerra de modo errado com a ocupação de territórios islâmicos assim como era e é nos planos e no interesse político de Bin Laden e Saddam Hussein. Em seus territórios o islamismo é irredutível e invencível; toda nação, vencedora ou vencida, o exalta e fortalece. Nunca como depois da invasão do Iraque os povos islâmicos foram tão fanatizados, unidos e determinados a matar e morrer para conquistar o mundo para o Islã e, de acordo com o Alcorão, irem ao paraíso. A permanência de um exército estrangeiro em territórios islâmicos, a qualquer título, é um erro e o seu custo é astronômico.

Os países democráticos devem retirar suas tropas e civis dos territórios islâmicos. Antes, porém, devem instalar bases missilísticas, terrestres, marítimas e espaciais, para destruir as instalações e os lugares onde se fabriquem armas, se organizem ou se faça pregação do terrorismo. Com esse tipo de guerra, a eficiência no combate ao terrorismo seria cem vezes maior e o custo financeiro, de vidas humanas e o desgaste do prestígio dos que lutam para defender a democracia e a civilização ocidental seriam mil vezes menores.

Atualidades

O discurso do Presidente Bush em 20 de janeiro de 2005, na ocasião do seu juramento como Presidente dos Estados Unidos é um documento histórico pelas muitas verdades que diz e pelas perplexidades suscitadas em algumas suas partes.

A maior das perplexidades é quando diz: “O nosso objetivo é permitir aos outros de acharem seu próprio caminho e sua própria definição de liberdade”. Apesar de ser compartilhada pelos governos, pelos políticos e pela opinião pública da civilização ocidental, essa afirmação de subjetividade do princípio de liberdade é um apelo à anarquia. Adotados esses princípios, nada podemos dizer da liberdade de Hitler e de Fidel Castro, nem dos terroristas que, de acordo com o Alcorão, têm o terror como caminho para conquistar o paraíso, e nem do Presidente Lula (Brasil), que vê a libertação do seu povo, escravizado pelas infamidades da classe política, através de uma campanha de distribuição de alimentos. O Presidente Bush disse: “A sobrevivência da liberdade na nossa terra depende do desenvolvimento da liberdade em todo o mundo”. É verdade como é verdade que os países democráticos devem ajudar os povos a conquistá-la e não os governos a escravizar seus povos.

A Secretária de Estado Condoleezza Rice diz: “Devemos reconstruir a amizade com os demais países democráticos”. O nacionalismo e o populismo dominam os povos dos países democráticos da Europa, irrecuperáveis para colaborar na defesa da democracia e da civilização ocidental.

A América, do pólo Norte ao pólo Sul, unida em torno de princípios e conceitos universais de liberdade, justiça e democracia, será a potência econômica, política e militar capaz de garantir a paz, o progresso e a prosperidade do mundo.

Manifesto: O Brasil e a Democracia – Grupo Filósofos do ano 2000 de Belo Horizonte

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 Anexos

*   ANEXO 1



     Em 11 de setembro 2001 o mundo conheceu o aspecto bestial da mente humana. O ato terrorista, em si, foi um ato criminoso, macabro e ímpio. Absurdo e monstruoso é que os povos islâmicos o festejaram em delírio e por unanimidade.

A civilização ocidental deve defender sua sobrevivência impondo aos países que dão apoio direto ou indireto ao terrorismo, ou pretendem fabricar armas químicas e de destruição em massa, inspeções sobre essas organizações e instalações. A recusa ou limitações a essas inspeções deve ser considerada um ato de guerra a ser combatida de modo radical com todas as forças e todas as armas, porém, sem ocupar militarmente territórios por um tempo superior ao necessário para a destruição dessas organizações e instalações.

 

Anexo 2



A revista Veja (a revista de maior circulação no Brasil), em 08 de novembro de 1995, publica um gráfico comparando os salários dos parlamentares brasileiros com os vigentes nos países democráticos e comenta: "... os Parlamentares brasileiros, em relação à renda per cápita, recebem quantias astronômicas". Cabe esclarecer que, quando seus salários são comparados com o dos 80% dos trabalhadores e aposentados, recebem quantias indecentes, imorais e criminosas.

NB. O artigo informava que o grupo de parlamentares formado por José Aníbal, do Partido Social Democrático do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso; Miro Teixeira do Partido Democrático Trabalhista de Leonel Brizola (Presidente da Internacional Socialista) e Inocêncio de Oliveira, do Partido da Frente Liberal, tinha como líder o deputado Jaques Wagner, do Partido dos Trabalhadores do atual Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.

Anexo 3



O JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO de 19/12/02 e ESTADO DE MINAS de 28/02/03, escreve:

    Os funcionários públicos do Brasil estão há oito anos sem receber aumento de salário. Em 19 de dezembro de 2002, os parlamentares, em dois minutos, aumentaram seus salários em 54% e em 28 de fevereiro de 2003 aumentaram os benefícios em 71%. Num total vão receber mais de 20.000 dólares por mês, correspondente a 250 vezes o salário de 80% dos trabalhadores e aposentados do país.

Nem o eleito Presidente "progressista" e socialista Luiz Inácio Lula da Silva, que faz grande campanha contra a fome, nem políticos de qualquer tendência, "no global", mecenas e filantropos, Bispos, Cardeais e Papa e todos aqueles que dizem lutar em defesa dos pobres sem nada fazer para vencer a pobreza, disseram uma palavra. Depois disso NENHUM deles tem direito de falar em nome dos pobres, ou de DEUS.

Anexo 4



Comentando o discurso de fim de ano do Presidente da República do Brasil de que: "Nos últimos anos fizemos grandes progressos", a revista VEJA em 24/01/20001, escreveu: "Nos últimos dez anos, a população das periferias das grandes cidades (definidas por nós como terras sem lei de pobreza, miséria e indignidade humana, ante-sala do inferno) cresceram em 30%. O Ministro do Supremo Tribunal de Justiça declara: "As periferias são governadas por um governo paralelo", ou seja: governadas pela criminalidade organizada.

 Anexo 5 - O populismo assistencialista, câncer da democracia e da economia -



Progressistas e conservadores demonstram o vazio de idéias e programas de governo quando, em outubro de 1999, os dois líderes, dos "progressistas" e dos conservadores, se abraçam (ver foto) para reafirmar o seu pleno acordo sobre um plano para eliminar a pobreza e a miséria no Brasil. O projeto previa: "... a instituição de um imposto para criar um fundo que permita dar a cada pobre 40 centavos por dia durante 400 dias, e assim... acabar com a pobreza no Brasil".

À esquerda, na foto, o ex-metalúrgico e sindicalista, já recebido várias vezes pelo Papa como representante máximo dos "progressistas" da América Latina, o mesmo que, em 13 de março de 1996, no anfiteatro da Universidade Católica de Minas Gerais - Brasil, respondendo a nossa pergunta: "O que Vossa Excelência pensa do escandaloso salário dos Deputados?", respondeu: “Eu não acho que salário de Deputado (na época ele era Deputado) seja indecente, eu acho que 8.000 (oito mil) dólares por mês de salário base... até não é muito!". Na época, o salário de 80% dos trabalhadores e aposentados era de 80 (oitenta) dólares por mês, correspondente a 1% do salário dos parlamentares. Há de se observar que o salário-base representa a mínima parte da remuneração dos parlamentares.

Anexo 6



 O mais importante jornal do Estado de Minas Gerais (Brasil), em 07 de janeiro de 2002, publicou a notícia de que: "Deputados do Estado de Minas Gerais usaram o incinerador para queimar notas fiscais que demonstravam que o dinheiro recebido para ser doado a instituições filantrópicas era desviado para suas contas pessoais ou utilizado para sua campanha eleitoral”.

 Anexo 7

Em 23 outubro 2003 o jornal |Diário da Tarde (Belo Horizonte), noticia que os Deputado Estaduais membros da mesa diretora da Assembléia Legislativa do Estado de Minas Gerais recebem mais de 100 mil Reais (34.000,00 U$ Dólares) por mês, correspondente a 520 vezes o salário do 80% do trabalhadores e aposentados do país, entre os citados está o Deputado Duraval Ângelo do Partido dos Trabalhadores do Presidente Lula do programa FOME ZERO e do slogan: “O nome da paz se chama justiça social

   Anexo 8



– O, -JORNAL DO BRASIL-  em 10 de abril de 2003.

Na América Latina, os índices de violência superam a imaginação. Em um ano, morrem assassinadas mais pessoas do que militares e civis americanos, franceses, ingleses e italianos durante os seis anos da Segunda Guerra Mundial. Em São Paulo acontece um assalto a cada 06 segundos. Em 09 de abril de 2003, na cidade de Rio de Janeiro, em protesto pela redução do horário de visita dos advogados aos presos nas penitenciárias, 09 ônibus foram atacados com metralhadoras e granadas e, depois, incendiados; granadas foram lançadas contra os negócios que não acatavam o toque de recolher proclamado pelo comando dos traficantes.

Anexo 9



          Em 07/10/03, a Rede Globo de Televisão apresentou uma reportagem mostrando a falta total de saneamento para 70 milhões de brasileiros.

       Este é o retrato da sociedade dos países da América Latina. O nosso Manifesto diz quais são as causas, quem são seus causadores e quais as soluções.

      Anexo 10



           Em setembro de 2003, o Brasil e a Índia lideraram um grupo de 21 países subdesenvolvidos num protesto contra as barreiras alfandegárias dos países  industrializados para os produtos agrícolas dos países subdesenvolvidos. Na verdade, quem tem benefícios com a exportação de produtos agrícolas são os latifundiários e não os povos dos países subdesenvolvidos. É difícil imaginar que os pequenos  agricultores da Itália e da França, que receberam a terra através da reforma agrária  e pagaram com o seu trabalho, aceitem a concorrência dos  produtos agrícolas dos latifundiários dos países da América  Latina e dos Marajás da Índia.

   Anexo 11. A Carta da Terra

 

 

A “Carta da Terra” publicada em novembro de 1997 pelo Pontifício Conselho “Justiça e Paz” do Vaticano, inicía questionando a origem e a legitimidade da propriedade da terra, ou seja, inicía com uma declaração de guerra civil e não com uma proposta de reforma agrária feita na ordem e em paz. Numa sociedade da livre iniciativa em que a propriedade privada é o seu fundamento, este questionamento é ambíguo, absurdo e provocatório. Por quê não questionar então a legitimidade e a origem do capital financeiro dos Bancos?





A REFORMA AGRÁRIA

   O posicionamento do Vaticano  e a participação dos Bispos na invasão de terras são responsáveis, junto com os políticos, da violência e do sangue derramado nos campos da América Latina.

   A maior heresia dos últimos 50 anos é a das Conferências Episcopais (Bispos) nunca terem informado o Papa sobre a imoralidade e a impiedade doa  política e dos políticos da América Latina. 

 Há quem afirma que a época da reforma agrária já passou. Na verdade, não tem época definida para fazer a reforma agrária: enquanto não for feita, tem de se fazer.

  Nos países não industrializados o latifúndio e sinônimo de Feudalismo,  uma instituição obsoleta, imprópria e perniciosa para a sociedade como um todo, incluso para os latifundiários.                                       

  Para um melhor entendimento do nosso projeto de reforma agrária, enunciamos seus princípios básicos.

A Reforma Agrária é baseada no princípio da prioridade da função social da terra e dos recursos necessários para efetivá-la e tem por finalidade o desenvolvimento de atividades agropecuárias e de industrialização de seus produtos, exercidas por pequenos proprietários reunidos em  cooperativas.

Os recursos necessários para efetivar a Reforma Agrária serão constituídos com a reserva, prioritária, de 10% do orçamento nacional.

Os proprietários das áreas, objeto de Reforma Agrária, serão indenizados com base no preço de mercado de suas terras, a ser definido com uma negociação, entre os proprietários e os competentes órgãos do Governo. (as negociações  serão abertas ao publico e aos meios de informação) 

  - A sociedade tem, sim, o direito e o dever  de colocar o interesse público acima dos interesses particulares, mas isso não significa que o proprietário de um bem seja expropriado do  seu patrimônio em troca de nada ou de um papel que, também, não vale nada. As indenizações  favorecerão  os investimentos internos nas áreas da indústria, comércio e serviços. Como aconteceu no Chile -        .

Serão objeto de Reforma Agrária as áreas do território nacional que apresentem condições favoráveis de fertilidade, de clima, de recursos hídricos e de potencialidade para a instalação de infra-estruturas, necessárias para o desenvolvimento de atividades agropecuárias de modo intensivo e de industrialização dos seus produtos. As terras, atualmente  improdutivas, serão objeto da Reforma Agrária somente quando suas características corresponderem aos requisitos indicados neste item.

  - O Artigo 185 da Constituição estabelece que a reforma agrária deverá ser efetivada em terras improdutivas. Fato que merece a ironia de dizer que a intenção dos Constituintes, incluso FHC e Lula, foi  de efetivar a reforma agrária nos banhados do Mato grosso para cultivar aguapé  e no árido do Nordeste para criar preá.- 

Será instituída a Coordenadoria Técnica da Reforma Agrária com a finalidade de determinar as áreas mais apropriadas para a reforma em cada região.

Nas áreas objeto da Reforma Agrária, serão instalados, com financiamento do Estado, Centros Mecanizados de Produção com apoio e supervisão dos órgãos técnicos do Governo, além das infra-estruturas tais como vias de comunicação, habitação, escolas, posto  de saúde e centro administrativo.

O pagamento da gleba ao Estado será efetivado pelo cooperado com uma parte da venda da produção tendo como base o preço de mercado dos gêneros produzidos.

O titulo de propriedade do terreno será entregue após a quitação do débito.

Nenhuma entidade financeira do Estado participará de financiamentos agrícolas para áreas que não foram objeto de reforma agrária.

 A comercialização dos produto agrícolas, não produzido em áreas da reforma agrária terão taxação normal 

NB O eleito Presidente da: “Fome Zero”, em seu primeiro pronunciamento reafirmou: "A reforma agrária será efetivada em terras ociosas" ou seja, como antes, em terras impróprias para o cultivo a 2000 Km. dos centros habitados mais próximos.

 

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 O Jornal Corriere della Sera da Itália  em Novembro 2002 publicou um artigo sobre a pena de morte na China que reduziu a criminalidade em 80%.  Em um ano foram executados  10.000 (Dez mil) delinqüentes ou seja  7 por milhão de cineses. No Brasil o numero de assassinatos é, aproximadamente  de 20.000 por ano, ou seja 100 por milhão da população. Cabe esclarecer que os mortos na China são delinqüentes, os do Brasil são vitimas inocentes. Na China os alunos das escolas são levados como prêmios  para assistir a execução dos delinqüentes. No Brasil o governo facilita a ação dos assassinos profissionais que usam armas do exercito, promovendo o desarmamento dos cidadãos incensurados..

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     Comento final.

    Esta não é uma tese, mas, um relatório resumindo a tragédia humana do povo brasileiro, exemplo da tragédia humana dos povos dos países subdesenvolvidos, razão e causa da tragédia humana dos países subdesenvolvidos e da crise e estagnação dos países democráticos do Mundo (Austrália. Canadá. Coréia do Sul. Estados Unidos. Israel e União Européia). País em desenvolvimento é a China, que abandonou a idéia do socialismo e, com isso, o povo caminha a grandes passos rumo à democracia. 

 

 

 

 

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 MANIFESTO O DESTINO DO MUNDO- Do Grupo filósofos do ano 2000 -Atualização abril 2006

Site:  www.democracyandpeace.com   E-Mail:  contact@democracyandpeace.com           

   O DEBATE DO SÉCULO 

    Preâmbulo.

    “ Ou o Brasil e o povo brasileiro acabam com a falta de ética e de moral da classe política ou a falta de ética e de moral da classe política acaba com o Brasil e o povo brasileiro”.

Sem esclarecer o dilema de o Brasil ser ou não ser um país democrático e do por que o Brasil é um País subdesenvolvido os políticos continuarão a se apresentar como benfeitores e protetores dos pobres e, no exterior, como representantes de seu povo dos qual, de fato, são usurpadores e algozes.

   Nada se muda sem mudar nada. No bom estilo de Nelson Mandela, os políticos que aderirem ao Movimento Para a Democracia (MPD) deverão pedir perdão aos eleitores (reconhecer os próprios erros é uma demonstração de grandeza maior de espírito) e fazer juramento de fidelidade ao Estatuto e ao programa de governo aprovado no primeiro congresso.do Movimento.

   A Pátria vive os dias de sua maior angústia e tormento. A Pátria somos nós e de nós todos é o dever de defende-la dos seus inimigos seja qual for seu slogan e bandeira. Todo pretexto para se omitir é uma escolha vergonhosa de desertores, covardes e mesquinhos.

   Sumário.

Teses: A Democracia –Capitalismo e imperialismo –Os tiranos e as tiranias  -A miséria, a Reforma Agrária e os salários cá e lá– A ditadura militar e a democracia da classe política. – A bolsa emprego. -A hipérbole da desfaçatez e do sarcasmo. O Socialismo.- A publicidade

   Os questionamentos: Quais são as possibilidades do Brasil se inserir no contexto dos países democráticos quando: Tem uma dívida social que nem os orçamentos da União Européia e dos Estados Unidos, juntos, conseguiriam sanar em 20 anos. Paga 275 milhões de dólares por dia de juro (o dobro do gasto pelos Estados Unidos na guerra do Iraque) e a falsidade ideológica e a corrupção são eleitas a modo de governar? –O Presidente Lula e demais políticos podem andar de cabeça erguida? – Por que o Presidente Lula e os ex-presidentes (vivos), como exemplo, devem ser julgados pelo Tribunal Internacional que julga os crimes de genocídio? - Por que o voto deve ser a uma legenda e não a uma pessoa? – Por que o voto de um parlamentar não deve ser secreto? - Por que o Brasil é o problema das favelas e não as Favelas o problema do Brasil? - Por que a reforma agrária é imprescindível para a paz e a recuperação da economia? -Por que: ABAIXO A LIBERDADE? – A quem interessa o crescimento do PIB? – Para morrer é melhor a forca ou a guilhotina? – Por que e quando o Brasil deve suspender o pagamento dos juros? -.

   A Aldeia Global.

   Por um natural processo evolutivo dos meios de produção e comunicação o mundo é, hoje, uma Aldeia Global, a sua economia é globalizada, a civilização ocidental é o seu guia e a democracia é o imperativo categórico para a liberdade, a paz e o progresso do planeta e da humanidade.

  A Democracia.   

     Democracia é governo do povo numa sociedade de homens livres com a premissa que a primeira liberdade é a liberdade da necessidade. Da necessidade o Dicionário Aurélio diz: “Aquilo que constrange, compele ou obriga de modo absoluto”.

   Em estado de necessidade o homem não tem o livre arbítrio e nem cidadania. O Brasil, em que 70% da população vivem na condição de escravos de necessidade excluída do mercado de consumo, da sociedade e da condição humana, não é um país democrático. Nenhum país pobre (90% dos países da ONU) é um país democrático e nenhum país democrático (Austrália, Canadá, Coréia do Sul, Israel, Japão, Estados Unidos e União Européia) é um país pobre. Se eleição fosse sinônimo de democracia, Fidel Castro e Saddam Hussein, eleitos por unanimidade, seriam sua mais alta expressão. Se comer três vezes ao dia for cidadania, todo frango seria cidadão. Se o Brasil for um país democrático, 160 milhões de brasileiros teriam 160 milhões de razões para amaldiçoar a democracia; 18 milhões de menos pobres e ricos não viveriam no suspense da falência da sua empresa e de serem assaltados e mortos ao parar seu carro no sinal vermelho e os 2 milhões de militantes da política e seus caudatários teriam de trabalhar porque, na democracia, o trabalho e não a política é o modo e meio para conquistar prestigio, poder e riqueza. Para os necessitados quem lhe oferece um prato de comida merece o seu voto nem que ele seja responsável de sua fome. O voto dos necessitados não é um voto moralmente válido.

   A luta para a democracia teve como precursores, durante 10 anos, o Presidente Lula com a sua “Caravana da cidadania” e o Senador Cristóvão Buarque com a sua “Campanha Abolicionista”. As campanhas estavam certas, o errado foi suspende-las quando os escravos os elegeram a governar.  

 O Debate do Século. 

Nada podemos esperar de políticos que, nos últimos 50 anos nunca apresentaram, concretamente, um programa de governo nem de “patriotas, poetas e cantores que lutaram e cantaram hinos de glória à liberdade e à democracia e agora silenciaram seus cantos e suas musas pagos pela tirania ter mudado de nome e eles e seus parentes e amigos terem se arrumado num bom emprego.  Cabe, então, às forças vivas e ativas da nação: empresários, profissionais, trabalhadores e intelectuais de todas as artes e ciência promoverem, em todos os centros culturais, na mídia e nas universidades um debate sobre os temas: “O Brasil, em que 70% da população vivem escravos da necessidade, é um país democrático?” E ”Por que o Brasil que até o fim dos anos 50 foi uma meta para todos os povos do mundo, hoje, é um país subdesenvolvido, de emigrantes, pobreza, miséria e terror?”.    

    Devemos organizar em todas as cidades e municípios grupos de divulgação da nossa proposta de debates e promovê-los em todos os centros culturais e Universidades. Instituir prêmios literários, redigir roteiros de novelas, documentários e filmes sobre os temas do debate.

   Depois de divulgar nossas propostas e efetivar os debates indicados, uma pesquisa de opinião demonstrará que os 80% do eleitorado as aprova sem restrições.

   Lembramos que o Doutor Enéas Carneiro, ao gritar seu nome e criticar, em absoluto, a classe política nas eleições para Presidência da República de 1994, obteve 5 milhões de votos, e se colocou no 3º lugar (na frente do PMDB de Ulisses Guimarães e do PDT de Leonel Brizola). Se tivesse apresentado um programa concreto para moralizar a política e fazer uma verdadeira reforma agrária, seria hoje, Presidente vitalício do Brasil.

   O contesto político, econômico e social

   O Brasil vive os tempos de uma catástrofe econômica e social infinita e o povo brasileiro o de sua maior angústia, tormento e desespero. Inocentes e beatos, autores e vítimas clamam para convocar a sociedade para enfrentar e resolver os problemas, mas, qual sociedade? O que poderia, pode e poderá uma sociedade em que: Os políticos se instituíram em classe em si e para si sem mais nenhum vínculo com os interesses do seu país e do seu povo. Estabelecem para si salários e benefícios de mais de 200 vezes o salário dos operários e, em 4 anos de mandato, recebem o mesmo de um operário em 1000 anos de trabalho. Ressuscitaram o Feudalismo em versão eleitoral com Príncipes e Barões, senhores do bem e do mal da vida ou da morte civil dos cidadãos. Sem o seu consenso e recomendação ninguém terá um emprego ou uma encomenda de trabalho para sua empresa.  Na eleição para a Presidência da Câmara, um deputado desconhecido, que apresentava um programa de dobrar o salário do parlamentares derrotou o candidato do governo e da oposição com 2/3 dos votos. O Presidente Lula, duas horas depois de eleito proclamou: “Se no fim do meu mandato o povo brasileiro comer 3 vezes ao dia terei cumprido a minha missão”, um discurso que compara o povo brasileiro a aves de criação ou pior. A imoralidade na política é tal que o despudorado escândalo do mensalão é uma insignificância.

  Para sustentar monstruosas e mastodônticas estruturas burocráticas clientelares, os governos, num conluio absurdo, imoral e insensato com o capital financeiro internacional, acumularam uma dívida social que nem os orçamentos dos Estados Unidos e da União Européia, juntos, conseguiriam sanar em 20 anos. Contraíram dívidas impagáveis (50% do PIB) e pagamos aos Bancos 275 milhões de dólares por dia de juros (o dobro do gasto pelos Estados Unidos na guerra do Iraque).

   Dez milhões trabalham na informalidade sem pagar imposto nem seguro social e 2 milhões de pequenas empresas encerram suas atividades antes de 2 anos. Não é verdadeira a idéia da importância da taxa de juros, o problema maior das empresas não é a taxa de juros mais alta ou mais baixa para se endividaram e produzirem mais: numa sociedade de pobres e miseráveis produzir o que? Para quem?     

   Sessenta milhões de seres são de excluídos e marginalizados do mercado de consumo, da sociedade e da condição humana e mais 100 milhões sobrevivem vegetando aflitos e desiludidos.  Pela falta de uma alimentação adequada e condições higiênicas sanitárias de extrema precariedade, mais de 500 crianças morrem todos os dias, e milhões sofrem conseqüências irreparáveis a suas faculdades intelectivas (parecer dos cientistas). 4 milhões de famílias têm uma renda insuficiente para alimentar 4 cachorros. As crianças e os jovens que atuam no trabalho escravo ou na prostituição, com ou sem diploma, são uma classe de privilegiados.

   Em São Paulo, há um assalto a cada 10 segundos e, no país, 6 assassinatos por hora (superior à média dos assassinados pelo terrorismo islâmico em todo o Oriente Médio).

    Os governos pedem sacrifícios ao povo para vencer a crise. Na verdade, no Brasil não há nem nunca houve crise, há sim um inexorável processo de empobrecimento devido à degeneração ética e moral na política: o envelhecimento não é uma crise!

    No contesto dantesco da política, da economia e de nossa sociedade, o Presidente Lula pede aos jornalistas para não publicarem notícias que poderiam assustar os turistas, declara que as exportações estão aumentando e, por isso, o povo brasileiro deve se preparar para ser feliz em 2005. Em 27/10/05, em tom apaixonado e messiânico, afirma que: “O grande defeito do povo brasileiro é o pessimismo”. 

    O mais urgente é promover o impeachment do Presidente Lula para evitar que, na promoção de sua campanha para a reeleição e com o pretexto de uma “obra social”, de início a construção da oitava maravilha do mundo com a transferência das Cataratas do Iguaçu para a caatinga do Nordeste. O Brasil vai do Oiapoque ao Chuí, lugar de brasileiro é aonde sua terra lhe oferece melhores condições para trabalhar e produzir. O homem deve ir à montanha e não levar a montanha ao homem.

    O Presidente Lula e o “Primeiro Ministro” José Dirceu são réu-confessos de negligência, omissão e incompetência administrativa ao declarar desconhecer a corrupção generalizada na política praticada por seus subordinados e ao reconhecer a prática do crime de caixa 2 na campanha eleitoral como praxe e “prática milenar” no Brasil (José Dirceu). Há noticia de que foi proibida a entrada de jornais brasileiros na cela de Saddam Hussein para evitar que peça ser inocentado ao declarar que, ele, não sabia de nada.

    A seis meses das eleições o ex Governador de São Paulo Geraldo Alckmin, candidato à Presidência da República em 2006 pelo PSDB, questionado sobre o seu programa para a recuperação da economia diz: “Nós vamos chacoalhar” e o ex Governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho proclama : “Nós vamos abaixar os juros!”. Os banqueiros sofrem convulsões de risadas. O PDT e os Bispos, iluminados e eufóricos, proclamam:”O futuro do Brasil está na educação e nas crianças”. Na verdade, é difícil acreditar que pais sem presente tenham filhos com algum futuro, com ou sem diploma.

  Substituir o Presidente FHC com o Presidente Lula foi um mal. Substituir o Presidente Lula com o Presidente FHC ou qualquer um outro da turma, seria um mal ainda maior.

   Todo candidato à Presidência da República representou uma esperança, todo Presidente eleito foi uma decepção maior. Ninguém teria a coragem de propor a candidatura de um ex Presidente da República.  

   Carajás e a reforma agrária.

   No Brasil, o índice de população urbana é, depois da Argentina, o mais alto do mundo, superior a dos Estados Unidos, França,Itália e demais países democráticos. O êxodo rural povoa as periferias. O Ministro do Supremo Tribunal Criminal e todos sabemos que: “As periferias são governadas por um governo paralelo”, ou seja, são governadas pela criminalidade organizada que, nas Favelas, impõe o toque de recolher, o fechamento das escolas e dos negócios, seqüestra ônibus e os queima junto dos passageiros.

  O Governo apresenta e o Congresso aprova o Orçamento Nacional em que é prevista uma despesa de: 27 bilhões para o exército. 4 bilhões para as despesas do Congresso (salários e benefícios dos parlamentares) e... 1 bilhão e 800 milhões para a Reforma Agrária, indicada com o nome de fantasia de “Ministério do Desenvolvimento Agrário”.

   Os “Grandes Padrinhos” da reforma agrária brasileira feita em TERRAS IMPRODUTIVAS, ou seja, feita em terras impróprias para o cultivo e a 2000 Km. dos centros de consumo foram o magnânimo  Presidente Lula e o Sociólogo emérito ex-Presidente FHC. Por essa macabra proeza estão recebendo, até hoje, o delirantes aplauso do líder da demagogia e da irresponsabilidade criminosa de Pedro Stedile e a benção  esconsa da CNBB que guarda o evangelho no porão e levanta a  “Carta da Terra” do Pontifício Conselho Justiça e paz do Vaticano (23 de Novembro1997) que inicia com o questionamento da origem e da legitimidade da propriedade da terra, ou seja inicia com uma declaração de guerra civil e não com uma proposta de reforma agrária feita em paz. Sem nunca e ninguém ter apresentado um projeto de reforma agrária, os Sem Terra viraram bandos de desesperados e de seu martírio o despudor dos políticos, de bandidos profissionais e de falsos pregadores, se alimenta.  

   Progresso o regresso.

   Os discursos néscios e as esfarrapas bandeiras dos políticos dos últimos 50 anos em que se indicaram a construção de Brasília; fictícios e efêmeros milagres econômicos, milagrosos planos de verão e inverno, reais e irreais e agora de bolsas cheias de qualquer coisa e de nada para todos e para ninguém são, de fato, um deprimente, vergonhoso, indigno e sorrateiro espetáculo de falsidade ideológica e demagogia. A verdade é e os fatos são que: frente ao progresso dos países democráticos do mundo (idem) o Brasil acumulou um atraso de 1 minuto... luz (21,6 milhões de km). O povo brasileiro deve lutar para “avançar” rumo à condição política, econômica e social do Brasil em 1956, com relação aos países civilizados do mundo.

      A estatura ética e moral do poder judiciário foi revelada no mês de Março 2006 quando os parlamentares, numa pausa do julgamento par saber quem está menos e quem está mais no grande e massivo projeto “mensalão,  criticaram e condenaram o nepotismo despudorado desse poder.

     O triunfalismo dos políticos no poder, vangloriando o sucesso das exportações, de sermos auto-suficientes em petróleo, os maiores exportadores de alimentos do mundo, do combate à inflação com a recessão, do Brasil potência mundial, de recuperação da economia e, do combate à fome e à miséria investindo 30 bilhões em bolsa escola e bolsa família em vista das próximas eleições: são delírios patéticos, quando muito, sonhos de gente de boa vontade lembrando que: “De boa vontade está cheio o céu e... o inferno também”.    

      No atual contesto político do Brasil se os empresários pagassem o dobro de imposto e doassem aos pobres todos seus lucros; os caridosos e defensores dos pobres que nunca e nada fizeram para combater suas causas e causadores promovessem dez campanhas Criança Esperança por mês. Todos os menos pobres fizessem a caridade aos mais pobres. Os países democráticos do mundo (Austrália, Canadá, Coréia do Sul, Israel, Japão, Estados Unidos e União Européia) perdoassem todas suas dividas, concedessem todos os empréstimos, sem cobrar juro, que os governos do Brasil pedirem e construíssem um alimentoduto de 10 metros de diâmetro para alimentar os pobres: os políticos aumentariam, ao infinito, seus salários e investimentos no assistencialismo eleitoral, mas, em nada mudaria a condição de pobreza, miséria e desespero do povo.       

     A recuperação da economia mundial e o Brasil.

    Acreditar que países de culturas arcaicas e primitivistas ou governados pelo fanatismo ideológico ou religioso possam, a breve e médio prazo, se constituir em mercados de alguma importância é absurdo e insensato. A América Latina constitui 1/3 da população, do território e dos recursos naturais da civilização ocidental. A recuperação da economia mundial iniciará no mesmo dia em que os países da América Latina ingressarem no contexto dos países democráticos. Nunca um dia antes. O Brasil é a potência determinante da política e da economia da região, portanto, aonde vai o Brasil vai a América Latina e o mundo.

  Um projeto político e econômico para o Brasil (o projeto social será elaborado de acordo com o sucesso do projeto político e econômico).

    No espírito de Aristóteles de que: “Não há nenhum valor no discurso em absoluto sem dizer como fazer e quando fazer”, pela primeira vez em nossos tempos apresentamos os enunciados de um projeto para combater e vencer as causas e os causadores dos males que afligem nossa pátria.

1. Denunciar o Presidente Lula e os ex-Presidentes da República ao Tribunal Internacional dos Direitos Humanos para serem julgados pelo crime de “genocídio branco” (sem violência física) assim como Milosevic estava sendo julgado pelo crime de genocídio perpetrado com a violência das armas.

2. Promover um debate no âmbito nacional e internacional sobre os temas: “O Brasil, em que 70% da população sobrevivem em estado de necessidade, é um país democrático?" E: ”Por que o Brasil é um país subdesenvolvido?”.

3. Promover a organização de um Movimento Para a Democracia (MPD) baseado na reestruturação da administração pública e política nos moldes dos países democráticos (idem) e estabelecer o salário dos políticos e em todas as atividades remuneradas com o dinheiro público com base no salário dos políticos desses países em relação ao salário de seus operários. -Nos países democráticos  (idem) o salário e os benefícios de um parlamentar nunca é superior a 10 vezes o salário de um operário não especializado-

4. Reservar, prioritariamente, 10% do Orçamento Nacional para a reforma agrária efetivada em terras produtivas e irrigáveis. Pagando um justo compenso (em dinheiro) aos proprietários das terras. Instituindo centros mecanizados de produção e reunindo os pequenos produtores em Cooperativas.

5. Dar prioridade à construção de ferrovias interligando as capitais dos estados do Sul, Sudeste, Centro Oeste e Nordeste. 

6.Promover a instituição de uma Associação das Nações Democrática AND reunindo os países em que a democracia seja uma realidade de acordo com a existente nos países democráticos do mundo (idem). 

-A ONU é, hoje, uma obsoleta e inútil instituição, um Palácio dos Leilões onde representante de pseudodemocracias de países falidos e empobrecidos pela sanha da sua classe política, votam em quem mais oferece em benefício para seus políticos e MARAJÁS. A AND terá um departamento de defesa e uma comissão para o comércio dos produtos petrolíferos. Os custos com o armamento e estruturas militares de cada país são astronômicos e a sua eficiência limitada. A comercialização de produtos petrolíferos entre produtores e consumidores causa sérios contrastes entre os países desta civilização.

7. Nas eleições o voto será impessoal e os eleitores votarão o programa de uma legenda e não num candidato. – Votar num candidato há o risco do candidato trocar de amante e mudar de idéias e de partido-

8. O horário de publicidade partidária na televisão será substituído com debates dos programas de governos das 5 legendas que reunirem o maior numero de parlamentares eleitos na eleição anterior. Será vetada qualquer espécie de publicidade em lugares públicos e na televisão de obras públicas e benefícios sociais efetivados com o dinheiro público.–Os administradores recebem um salário para administrar; cumprir um dever é uma obrigação e não um mérito especial- 

9. As leis contra o narcotráfico deverão abranger os usuários de drogas. - O sucesso do combate ao narcotráfico depende da ação contra os usuários, a qualquer nível.-

10. Reconhecer a CUFA (Central Única das Favelas) e o seu DRECUFA (Departamento de Relações Externas da Central Única das Favelas) oficialmente a fim de tratar dos interesses dos 2 governos (Nacional e das Favelas).

11. Para combater a criminalidade, adotar a legislação da China (grande e única potência emergente de nossos tempos) com a instituição da pena de morte para os crimes de homicídio premeditado, assalto a mão armada, seqüestro de pessoa e corrupção na administração pública. 

12. Depois e somente depois dessas reformas, declarar o estado de emergência econômica, suspender o pagamento dos juros das dívidas e pedir a AND a atuação de um novo Plano Marshall. 

 - A Argentina, que suspendeu o pagamento dos juros de suas dívidas sem antes fazer estas reformas, tomou um analgésico, mas o câncer da corrupção e imoralidade na política permanece e o martírio do seu povo vai continuar e crescer cada dia mais. -

    Não há dúvidas de que com os recursos decorrentes da eliminação de 10 Ministérios, da moralização da administração pública, da suspensão do pagamento dos juros, o Brasil, país que tem os mais altos impostos do mundo, poderá dar início à: Campanha Imposto Zero e, com isso, poderá exportar macarrão para a Itália, relógios para a Suíça, brinquedos para a China e automóveis e computadores para os Estados Unidos e Japão. O desemprego, como era em 1954, será uma característica dos vagabundos. A emigração voltará a ser coisa de italianos, alemães, poloneses, sírios e libaneses. O visto para o turismo será limitado à capacidade de hospedar os turistas e o trabalho (profissional e empresarial) e não a política voltará a ser o meio para conseguir prestígio, poder e riqueza.    

   Em breve.

     O socialismo. 

     A idéia de Lênin de que: “O socialismo é a criatividade vivente das massas”, não é verdadeira, como o demonstra o ex -Presidente da União Soviética Mikhail Gorbachev nas primeiras 20 páginas do seu livro Perestroika quando diz: “O desinteresse a negligência e  indiferença  são a característica dos trabalhadores da União Soviética”, portanto, é demonstrado que o socialismo está fora da medida do homem e a democracia continua sendo: “O pior governo depois de todos os outros”

   O antiamericanismo a priori.

   Anarquistas, comunistas, e demagogos de toda espécie indicam os Estados Unidos como um país imperialista, na verdade, os Estados Unidos é um país capitalista como o são a Noruega, a Suíça a França e o Vaticano, a diferença está na dimensão e não nos princípios e preceitos.

 O Brasil e as Favelas

   Em 19 de março de 2006, a TV Globo, com a autorização e supervisão dos “governantes” da Favela, apresentou um documentário sobre a vida e a morte das crianças e adolescentes nas favelas do Rio de Janeiro. No final do documentário a apresentadora Glória Maria pergunta: “Quem é o culpado e quem é a vítima?”. O Ministro da Justiça, impassível e categórico declara: “O programa comoveu a nação, para resolver o problema devemos convocar toda a sociedade”. O escritor de novelas Manoel Carlos diz: “Eu vi nesse documentário algumas das cenas mais chocantes que jamais tinha visto na minha vida e da qual, realmente, não sabia. O escritor Luiz Fernando Veríssimo diz: “Alguém mergulhou nesse inferno e voltou com esse detalhamento, um relatório terrível!”. A escritora de novelas Glória Perez diz: ”É um gueto, uma terra de ninguém. Chega de discussões teóricas, vamos partir para a ação!”. A atriz Camila Pitanga comenta: “A importância desse documentário é resgatar a humanidade que há dentro de nós”. O cineasta Cacá Diegues encerra com uma verdade total, absoluta e definitiva quando diz: “Elas (as favelas) não são o problema do Brasil, o Brasil é que é o problema dessa gente, nessas situações a vida perde os seus valores fundamentais” (se a vida deles não vale mais nada para eles, imagine-se a dos outros). No intervalo da apresentação do documentário a apresentadora Glória Maria informa que: ”Em São Paulo, um prédio foi assaltado por 8 homens armados de metralhadoras, uma hora depois chegou a polícia que persegui os ladrões e trocou tiros com eles”.  O ministro da Justiça diz que: “É necessário convocar a sociedade” e, sobre essa linha, estão as demais personalidades interpeladas. Convocar a sociedade? Mas: qual sociedade? a sociedade antes descrita e que, durante os 60 minutos da apresentação do documentário, em São Paulo houveram 100 assaltos, no Brasil, 6 pessoas foram assassinadas e, devido a uma insuficiente alimentação e condições higiênico-sanitárias de extrema precariedade 20 crianças morreram. Seria esta a sociedade a ser convocada?

  Cabeça erguida

   Há políticos afirmando que andam de cabeça erguida. Na verdade, o direito de reivindicar para si esta condição é subjetivo haja visto que Hitler, Mussolini e o Lampião sempre andaram de cabeça erguida e de nariz empinado. Lembramos que, em março de 1996, no anfiteatro da Universidade Católica de Minas Gerais, o Presidente Lula respondendo a nossa pergunta: "O que Vossa Excelência pensa do escandaloso e indecente salário dos Deputados?", respondeu: “Eu não acho que salário de Deputado  seja indecente, eu acho que 8.000 (oito mil) Reais por mês de salário base... até não é muito!". - Há de se observar que o salário-base representa a mínima parte da remuneração dos parlamentares e que, na época, o salário de 80% dos trabalhadores e aposentados era de 80 (oitenta) reais por mês, correspondente a 1% do salário dos parlamentares -.

   Um político brasileiro tem direito de andar de cabeça erguida somente depois de explicar onde estava e detalhar a sua ação quando: estando os funcionários públicos há oito anos sem receber aumento de salário, em 19 de dezembro de 2002, sendo FHC Presidente e eleito o Presidente Lula,  os parlamentares, em dois minutos, aumentaram seus salários em 54% e em 28 de fevereiro de 2003 aumentaram os benefícios em 71%.(JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO de 19/12/02 e ESTADO DE MINAS de 28/02/03) -No total recebiam um valor correspondente a 250 vezes o salário de 80% dos trabalhadores e aposentados do país -. Em 15 de Janeiro 2005, quando, na eleição para Presidência da Câmara um desconhecido deputado de um pequeno partido que prometia dobrar o salário dos parlamentares e melhorar as instalações sanitárias da casa derrotou o candidato do governo e da oposição com 2/3 dos votos.

  Em Abril de 2006, frente ao maior escândalo de corrupção dos últimos séculos, a maioria dos parlamentares contraria a comissão de inquérito e vota, em secreto, para a absolvição de todos os políticos implicados. O Governo pede para encerrar os trabalhos da comissão de Inquérito do escândalo do “MENSALÃO”. Logo depois de dar informações sobre o seu paradeiro nesse momento e dizer dos seus pronunciamentos a esse respeito poderá ele andar de cabaça erguida e o povo leva-lo nos braços. Antes não e nunca.

  

   Antes e depois.

   Antes de ser eleito o Presidente Lula proclamava: “Nos já pagamos muitas vezes a nossa dívida ao capital financeiro internacional, portanto, nada devemos”. Dois dias depois de eleito declarava; “ Aqui não aconteceu nada, nos vamos dobrar as reservas para garantia do pagamentos dos juros de nossa divida!”. Um dia depois o presidente do FMI declarava à imprensa: “O Presidente Lula é um homem inteligente e patriota”. A ovelha negra se tornou o filho pródigo do monstro que, junto da imoralidade na política, é responsável da miséria da dor e do desespero dos povos do mundo.

  A ditadura Militar

  No tempo da ditadura militar o salário tinha um valor real superior ao atual, a criminalidade era 1/10 da acontecidos em 2005, o índice dos que viviam abaixo do nível de pobreza era menor e o turismo sexual dos operários europeus no Brasil ainda não estava de moda. Os patriotas da Espanha, quando Napoleão a invadiu para “libertá-la” (dizia ele), escreviam nos muros e gritavam: “ABAIXO A LIBERDADE!!!”.  Será que é válido o velho ditado de: “Era melhor quando era pior!”.  Para morrer é melhor a forca ou a guilhotina?.

   A “Bolsa Emprego”.

   O emprego público de carteira assinada é a artimanha sorrateira e infame dos políticos para dar um emprego, mal pago, a adeptos a trabalhos inúteis em cargos inventado, financiados com o dinheiro dos impostos a seus eleitores, às custas de investimentos nas áreas da educação, da saúde e do saneamento básico..

   A miséria cá e lá.

   No Brasil os 70% da população foi excluída e marginalizada do mercado de consumo, da sociedade e da condição humana. Os políticos se instituíram em classe em si e para si sem mais nenhum vínculo com os interesses do país e do povo, estabelecem, para si, salários e benefícios de 200 vezes o salário dos 80% da população ativa.

   Nos países democráticos do mundo (idem) um parlamentar recebe, entre salários e benefícios, 11 vezes o salário de um operário não especializado. O maior problema é impedir a invasão de milhões de desesperados sem nenhuma cultura do trabalho como meio para produzir riqueza. Os 3% da população de emigrantes é responsável pelos 30% da criminalidade e, juntos dos filhos, constituem massas de desempregados a procura de um emprego e não de trabalho. Cada pessoa com mais de 18 anos tem seu carro, as famílias dos operários tem geladeira, congelador, telas de mosquito nas janelas, ar condicionado no quarto de dormir e quando a temperatura baixa a menos de 18 graus o sistema de aquecimento entra em funcionamento; os operários comem macarrão com queijo parmesão, carne, salada e fruta 2 vezes ao dia, quando dá vontade saem com as crianças para tomar um sorvete. O desempregado recebe 80% do salário durante anos. A assistência médica e a educação, inclusa a Universidade, é garantida e gratuita. As eleições acontecem no Domingo e na Segunda feira devido ao fato que os operários aos Sábados e Domingos vão para a praia ou para sua casa de campo. As mulheres que se dedicam a prostituição o fazem por vocação e não por necessidade. A prostituição, os trabalhos de servente de pedreiro, serviços domésticos, de acompanhante de idoso e levar o cachorro da madame para passear, são atividades reservadas aos imigrantes, clandestinos dos países subdesenvolvidos especialmente Brasil, Argentina e demais países da América Latina, Ásia, África e ex-países comunistas.

    A Companhia Air France, em 03/04/06 anuncia uma viagem de Paris a Salvador ida e volta e mais 9 dias e 7 noites num hotel 4 estrelas por 597,00 Euro. Um operário não especializado tem um salário de 1200 Euro, ou seja, sobram 606 Euro para o turismo sexual que é um crime, mas, como disse o Presidente Lula do caixa 2: “No Brasil é praxe”.

   Nos países democráticos (idem) há um bom numero de indigentes que optaram, livremente, por não ter nada e não fazer nada para não ter problema nenhum.

 A Glamourização da ignorância

  O ator Lima Duarte em entrevista à imprensa (31/03/06) declara: “O Presidente Lula faz a glamourização da ignorância ao afirmar ter nascido no campo e ser filho de pai e mãe analfabetos”. Ambíguo e impróprio é também o discurso do Presidente Lula quando diz: ”Para governar um país não precisa de diploma, precisa de bom coração!”. Na verdade, poucos aceitam entrar num Ônibus cujo condutor tem boa vontade mas não tem carteira de habilitação e nenhuma prática de direção.

     O voto secreto.

    O voto secreto dos parlamentares é uma mesquinha e despudorada artimanha que contraria o parágrafo único do Artigo 1 de nossa Constituição que diz: “Todo poder emana do povo que o exerce através de seus representantes eleitos...”. Como é possível imaginar um representante que faz segredo de seus atos ao seu representado?

  A publicidade

   Os Governos Federal, Estadual e Municipal investem somas astronômicas em publicidade do Presidente da República e Ministros de Estado, Governadores e Prefeitos. Seus retratos e biografia poluem o meio ambiente e deprimem moralmente os cidadãos ao enaltecer SUAS obras sociais, de infraestrutura (estradas, pontes, ferrovias e prédios escolares), na escola, na saúde, na segurança. Na inclusão social bancária, telefônica, elétrica e alimentar faltando apenas a inclusão lotérica com a distribuição de apostas no jogo do bicho ou na mega-sena. Na verdade, as obras são feitas extorquindo impostos monstruosos e mastodônticos aos empresários obrigados, por isso, a pagar salários de fome aos operários.

   A classe média.

   Os produtos de consumo da classe média (gasolina, transporte, água, luz, telefone, vestiário, mensalidade escolar, etc.) tiveram, nos últimos anos, uma inflação de 15 a 20% ao ano de modo que a classe média deixou de ser tal para ser a nova classe dos menos pobres diferente dos pobres por ter um carro último tipo dos anos 70 na garage e ter um emprego público.

 O crescimento do PIB.

   O crescimento do PIB através do aumento da exportação de produtos agrícolas dos latifundiários e matéria prima das mineradoras, nada tem a ver com o mais importante para o povo que é a sua inclusão na sociedade através de sua participação e trabalho nas atividades produtivas.

    A cura pior que a doença.

   Desiludido e decepcionado pelos governos dos últimos 50 anos o povo brasileiro levou, nos braços, o operário metalúrgico Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República. O populismo, a demagogia e a corrupção foram eleitos a modo de governar e o povo vive os momentos de sua maior tragédia.

  As jaulas e a lista de espera

  Nas cadeias 70 encarcerados, na espera de serem julgados, são enjaulados em celas para 15 presos, 200 mil mandatos de prisão não são executados pela falta de vagas nas cadeias e juízes libertam condenados por assassinato pela falta de condições mínimas nas cadeias.

  Mega Sena Carcerária.

   No Rio de Janeiro o Governador Antony Garotinho acabou com as revoltas dos presos dando aos condenados condições de vida e de ação criminal melhores que as de quando estavam em liberdade e tinham de pagar aluguel, comprar alimento, sustentar a família e pagar alimentos para os filhos nascidos fora do casamento. Não seria surpresa se for promovida uma loteria tendo como prêmio 6 meses de cadeia para o “sortudo” sorteado.

  Os tiranos e as tiranias.

   Nunca nenhum tirano instituiu a tirania. Com seus feitores e caudatários e com a omissão complacente de acomodados e medíocres. Sempre.

  A hipérbole da desfaçatez e do sarcasmo

   O Governo do Presidente Lula, no seu Site www.brasil.br/emquestao  em 11/04/06 publica uma mensagem com o título: “O Brasil Sorridente reúne uma série de ações voltadas para cidadão de todas as idades”. O grande problema no Brasil não é a falta de dentes, é a falta de cidadania. para o povo e de vergonha nos outros.  

    O doente e a cura.

    O Brasil está muito doente. Um sem número de parasitas o dominaram e o prostraram, inerme, inerte e exangue espera de seus filhos a ação purificadora para ressurgir com o brilho e a glória que Deus lhe deu como destino.     

  Leia a integra do nosso Manifesto e anexo no nosso Site. Envie-nos seus comentários, críticas e sugestões e a Sua disponibilidade em organizar e participar de Conferências e Debates sobre os temas: “O Brasil é um país democrático?’ e: “Por que o Brasil é um país subdesenvolvido?”.

 

 

 

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Manifesto O Destino do Mundo do Grupo Filósofos do ano 2000

      Site www.democracyandpeace.com   E Mail  contact@democracyandpeace.com

                                                                                        Atualização Julho 2005

      Em Seu pronunciamento de 23 de abril de 2005, o Presidente Lula, frente ao maremoto de denúncias de corrupção do seu governo, dissertou sobre o mal da corrupção. Na verdade, a corrupção na política no Brasil é das mais baixas do mundo, haja visto que a indecência e a imoralidade acontecem de acordo com as leis que os políticos sancionam para legalizar todo e qualquer ato e atitude por absurdos e imorais que sejam. Trata-se, então, de falsidade ideológica, prática leonina e formação de quadrilha, responsável pela tragédia humana do povo brasileiro e, por isso, os que ocupam ou ocuparam o cargo da Presidência da República deveriam ser julgados, como exemplo, por um Tribunal Internacional pelo crime de “genocídio branco” (sem violência física) perpetrado contra a população de seu país, assim como Milosevic está sendo julgado por genocídio praticado com a violência das armas.

   Nos últimos 50 anos, o Brasil teve na Presidência da República homens cuja moral e boas intenções estiveram acima de qualquer dúvida e suspeita, mas, sua condição de estadistas, entendida como: “capacidade de prever o resultado de sua política” (José Martí), foi absolutamente nula e um populismo deslavado e esconso foi sua marca.

    Juscelino Kubitschek construiu uma nova capital no meio de um despovoado deserto a 2000 Km do centro econômico do país e, por sugestão da Volkswagen e ordem das sete Irmãs do petróleo (Texaco, Shell, Mobiloil etc.), abandonou as ferrovias e colocou o Brasil sobre rodas sem ter estradas para rodar. Os governos militares montaram um efêmero milagre econômico com um endividamento do país para os próximos dois séculos. José Sarney lançou o Plano Cruzado baseado na troca da moeda e, por isso, pediu ao povo brasileiro para esquecer a miséria e todo o sofrimento do passado. Fernando Collor identificava um bom governo com a esportividade do Presidente e substituindo os velhos marajás com os novos. De Itamar Franco, presidente por acaso, não há registro de algum ato errado e nem certo. Fernando Henrique Cardoso ficou 10 anos no governo com a mistificação da inflação como o grande mal da economia do país, saiu enxotado e amaldiçoado pelo povo e abriu o caminho para uma vitória eleitoral plebiscitária da esquerda ainda mais arcaica, demagógica e populista. O Presidente Lula, durante sua campanha eleitoral, declarava: “O Brasil é um país de imensas riquezas, o seu destino será de glória e prosperidade”. Duas horas depois de conhecer o resultado das eleições, proclamava: “Se no fim do meu mandato o povo brasileiro comer 3 vezes ao dia terei cumprido a minha missão”. Um discurso lógico e objetivo para Madre Teresa de Calcutá e não para o Presidente da República da oitava potência econômica do mundo. Um discurso restritivo que ofendeu o povo brasileiro reduzido à condição de ave de criação ou pior. O discurso certo teria sido: “Se no fim do meu mandato todo brasileiro tiver um trabalho que lhe permita viver dignamente terei cumprido o meu dever de brasileiro, de cidadão e de governante”..

    Nada como as grandes decepções para revelar a verdade e indicar soluções. O PT e o Presidente Lula foram a última, grande e definitiva decepção para todos os que acreditavam e acreditam na diversidade ou alguma diferença dos políticos pela militância em siglas partidárias diferentes. Nos últimos 50 anos ninguém governou sem a barganha e a corrupção. A idéia de votar em “gente nova” é absurda, banal e ridícula: tem muita gente nova muito pior que muita gente velha. Para mudar tem de se votar em programas concretos cujos primeiros fundamentos sejam: a moralização da política e uma verdadeira reforma agrária como indicado nos anexos deste Manifesto. A deprimente, esquálida e aberrante crise moral, política e institucional do país depois de 30 meses de Governo do Partido dos Trabalhadores é a demonstração do vazio de idéias e princípios para mudar o caminho para o Buraco Negro, sem piedade e sem retorno, rumo ao qual a classe política está levando o Brasil e o povo brasileiro.

   Os pobres são cada vez mais pobres, os menos pobres vivem na ansiedade e na angústia de perder o emprego ou da falência de sua empresa e os ricos encomendam carros blindados e apartamentos em condomínios de luxo, verdadeiros paraísos de papelão num inferno de fogo. É chegado o momento de ter consciência de que: se os empresários, os comerciantes, os profissionais, os intelectuais e todos aqueles que com luta, suor, trabalho e inteligência construíram seu sucesso e prosperidade investissem na divulgação de idéia e projetos concretos, como é o nosso Manifesto, seria possível mudar o destino deles, do Brasil e do povo brasileiro.

     Onde estão os cantores e poetas que durante a ditadura declarada cantaram hinos de glória à liberdade e à democracia e agora silenciaram seu canto e sua musa pagos pela tirania ter mudado de nome e eles e seus parentes terem-se arrumado num bom emprego?    

    Qual é o valor moral das instituições não governamentais, religiosas e das personalidades da arte, da cultura e do esporte, que organizam infinitas campanhas de caridade e solidariedade par dar um prato de comida no dia de Natal a alguns dos milhões que passam fome o ano inteiro ou financiam instituições que combatem o câncer, que atinge 100 mil pacientes e nada fazem, nem dizem, sobre os responsáveis por 100 milhões de vítimas do câncer da política? É evidente que estes e aqueles não têm nenhum interesse em resolver os problemas dos “outros”, mas sim em receber aplausos, votos ou a beatificação pela sua farsa.

  Frente à oficialização da imoralidade na política e dos políticos, todos, feita pelo “mensalão”, o Presidente Lula declara: “Ninguém é mais honesto do que eu!”. Na verdade, um cidadão honesto pode ser Caixa, mas, nem por isso, Diretor de Banco ou Motorista de Ônibus.

   O despreparo de um cidadão para exercer o cargo de Presidente da República é manifesto quando proclama: “Para governar um país não é necessário ter um diploma, é necessário ter um bom coração”. Ora, Senhor Presidente: “A justiça não é a bondade” (Kant). Ter um bom coração é um sentimento, bom para o relacionamento humano com os demais, não para governar um  país. Esta frase é uma demonstração do mal de não ter um diploma e de  desprezar a cultura.

    Emiliano Zapata, analfabeto, chefiou a justa revolta dos “Sem Terra”, ocupou três vezes a Cidade do México, mas, era um “homem simples, não soube exercitar o poder político” (Enciclopédia Homnia Panorama). Morreu assassinado e os Sem Terra continuam sem terra e sendo assassinados até hoje.

    Abraham Lincoln, semi-analfabeto até os 21 anos, diplomado em Direito aos 26, foi brilhante Advogado, Deputado, Senador aos 37 e Presidente da República aos 51 (Enciclopédia Delta Larousse pág: 4029); foi o maior e melhor Presidente da República na história dos tempos modernos, precursor da grande nação democrática, hoje, solitária guardiã da liberdade e da democracia no Mundo.   

    Aqui ninguém pede a ninguém para ajudar ninguém. Aqui se diz que: “Ou o povo brasileiro acaba com a imoralidade da classe política ou a imoralidade da classe política acaba com o Brasil e o povo brasileiro”.

     Ao Presidente Lula, pedimos o ato patriótico de ter a coragem cívica de um pronunciamento à nação em que reconhece a inviabilidade de governar o país para quem quer que seja sem antes moralizar a política e fazer uma verdadeira reforma agrária em paz como indicado no nosso Manifesto e anexos. 

   Aos que Deus deu uma grande luz para iluminar os caminhos da humanidade como, por exemplo, Padre Cláudio Hummes, Arcebispo Emérito de São Paulo (o grande Papa que não foi eleito) e a todos os homens de bem do Brasil, pedimos para apoiar este nosso pedido ao Presidente Lula.

   . É devido à imoralidade na política e à falta de uma verdadeira reforma agrária que, na Argentina, apesar de ser o segundo maior exportador de alimentos do mundo, 35% da população vive na pobreza absoluta e no Brasil, que a cada ano exporta 120 milhões de toneladas de grãos, produzido pelos latifundiários financiados com o dinheiro público, em nada diminui o número dos que disputam, com os urubus, restos de comida nas descargas do lixo.

    A violência atinge proporções inauditas: a cada 10 minutos uma pessoa é assassinada (uma pesquisa da UNESCO revela que no Brasil o índice de assassinatos supera o número de mortos nos países atualmente em guerra). Em São Paulo, a cada 6 segundos há um assalto, prédios são invadidos e seus moradores assaltados durante 6 horas. Pelos altos índices de violência, a cidade de Rio de Janeiro, certamente a cidade mais bonita do mundo, foi excluída dos roteiros das empresas de turismo mundial. O Presidente do Supremo Tribunal Criminal declara: “As periferias são governadas por um governo paralelo”, ou seja: 30 milhões de brasileiros são governados pela criminalidade organizada.

    Os programas econômicos dos governos são substituídos com imensas campanhas de assistência alimentar, transformando seus povos em assistidos, mendigos aplaudentes eleitores de seus algozes.

   A campanha eleitoral é um espetáculo carnavalesco com a promessa do candidato do governo de criar (!?) 10 milhões de empregos e o da oposição, mais modesto, 8 milhões. Trata-se, naturalmente, de empregos nos serviços públicos para adeptos a trabalhos inúteis em cargos inventados pagos com os impostos dos que trabalham nas atividades produtivas.

  O governo apresenta como retomada da economia o aumento das exportações, na verdade, exportar minério extraído do solo e produtos agropecuários produzidos e comercializados pelos latifundiários e importar produtos manufaturados em nada beneficia o emprego e melhorias para o povo. Combater o desemprego com o aumento do funcionalismo público é o mesmo que fazer uma transfusão de água a um anêmico.   

   Devido a uma alimentação inadequada e condições higiênico-sanitárias de extrema precariedade, morrem 200 crianças a cada dia e milhões sofrem conseqüências irreparáveis a suas faculdades intelectivas. A assistência médica tem as características dos países mais pobres da África. A escola tem como única finalidade servir uma merenda e 400.000 crianças da quarta série não sabem ler e escrever seu nome (relatório da UNESCO). Os adolescentes que trabalham no trabalho escravo ou no turismo sexual são uma categoria de privilegiados. Milhões vivem em barracos de madeira e papelão, impróprios para cachorros e porcos, construídos nas beiras dos rios e nas encostas dos morros sem nenhuma infraestrutura; na primeira chuva os barracos e seus moradores são arrastados e sepultados na lama.

    Em 26 de dezembro de 2004, um maremoto atingiu as praias de países da Ásia e da África. 200 mil pessoas morreram e as instalações e infraestruturas dos lugares atingidos sofreram graves danos. Os povos da América Latina, por causa de sua classe política, vivem a condição de dois maremotos por ano.                        

    No final do mês de janeiro de 2005, em Davos (Suíça), o quarteto tragicômico formado por Bill Clinton, Bill Gates, Tony Blair e o cantor Bono ofereceu ao mundo a maior farsa de todos os tempos com um demagógico e deprimente espetáculo circense conclamando os ricos a resolverem os problemas da fome e da pobreza dos países pobres através do perdão das dívidas e doações de alimentos.

   No atual contexto político e econômico dos países subdesenvolvidos, se os países industrializados emprestassem aos países pobres todo o dinheiro que seus governantes pedirem e sem cobrar juros, os operários trabalhassem sem receber salário, os empresários pagassem o dobro de impostos, os aposentados renunciassem à aposentadoria e fosse construído um “alimentoduto” de 2 metros de diâmetro para fornecer alimentos aos pobres, os políticos aumentariam seus salários e privilégios sem limites e instituiriam uma sociedade de pedintes e assistidos para elegê-los e reelegê-los, mas em nada mudaria a condição de miseráveis, marginalizados e excluídos de 70% de seu povo.     

    A crise econômica dos países da civilização ocidental, pela falta de crescimento do mercado de consumo mundial, é imanente. Pensar que a curto ou breve prazo os mercados de países governados por ditaduras declaradas ou de culturas arcaicas e primitivistas possam se constituir em mercados de consumo de alguma importância é absurdo e insensato. A América Latina se constitui em 1/3 da população, do território e dos recursos naturais desta civilização, portanto, a recuperação da economia mundial iniciará no mesmo dia em que os países da América Latina entrarem no contexto dos países democráticos, nunca um dia antes.

   O destino do mundo está no destino da América Latina e o destino da América Latina está no destino do Brasil.      

 O antiamericanismo a priori

   Numa imensa campanha publicitária desleal, hipócrita e sorrateira indicando os Estados Unidos como um país imperialista, ao islamismo se juntam toda espécie de demagogos, anárquicos e frustrados por não terem nenhuma proposta alternativa à sociedade democrática da livre iniciativa. Na verdade, Estados Unidos não é um país imperialista, é um país capitalista assim como são a França, a Noruega, a Suíça e o Vaticano. A diferença está na dimensão e não nos princípios e preceitos. Sem os Estados Unidos, não haveria democracia no mundo, Hitler governaria e, durante suas férias, Saddam Hussein colocaria os Cardeais a serem Muezim no alto da Cúpula de São Pedro em Roma.

  O islamismo e o Alcorão.  

   O islamismo, através do terrorismo, em 11 de setembro de 2001 declarou uma guerra total contra a civilização ocidental, sua inspiração e guia é o Alcorão, em seu Capítulo 4, Parágrafos 15-34-74-84-89-91-92, e Capítulo 9, parágrafos 5-14-23-111  (Site  www.kuran.gen.tr/)

   São exemplos do espírito do Alcorão:

   Capítulo IV, item 15. Quanto àquelas, dentre vossas mulheres, que tenham incorrido em adultério apelai para quatro testemunhas, dentre os vossos e, se estas o confirmarem, confinai-as em suas casas, até que lhes chegue a morte.

  Capítulo IX, item 5. Mas quando os meses sagrados houverem transcorrido, matai os idólatras, onde quer que os acheis; capturai-os, acossai-os e espreitai-os.

   Item 111. Deus cobrará dos fiéis o sacrifício de seus bens e pessoas, em troca do Paraíso. Combaterão pela causa de Deus, matarão e serão mortos.

      No Alcorão, a mulher é discriminada e vista como uma subespécie para uso e a serviço do homem. O escravo como uma mercadoria para troca e compenso e Allah (Deus) como um feroz e implacável justiceiro e punidor que assume para si todos os delitos e crimes de seus seguidores.

   Nas páginas do Alcorão recorrem os termos matai-os onde os encontrais, capture-os, assediai-los, fazei-lhes ciladas. Depois disso, crente é um eufemismo de terrorista e o livro é um manual para a guerrilha e o assassinato, e não uma doutrina religiosa de amor, de irmandade e de paz para todos os homens da terra.

    O texto do Alcorão viola as leis civis, penais e constitucionais dos países da civilização ocidental e, por isso, em cada país, devem-se constituir grupos para denunciá-lo à autoridade judiciária e declarado fora da lei. A prática do culto islâmico deve ser suspensa até quando sua doutrina seja reformada e adequada às leis e aos princípios éticos e morais dos países democráticos.

– É possível que a Bíblia, os Evangelhos, a Torá e outros textos, mais ou menos sagrados, sejam ainda mais virulentos e sanguinários; a grande diferença, porém, é que o islamismo os atua hoje e não 1000 ou 2000 anos atrás.

     A guerra ao terrorismo islâmico.

     A idéia de que seja possível dialogar, exportar ou impor a democracia a povos fanatizados pela religião é absurda, imprópria e estulta. O fanático, ideológico ou religioso, é um ser que abandonou a razão e, por isso, não é mais um ser humano, mas somente um ser vivo como são as serpentes, os tigres e os chacais. Com eles, os diálogos e a tratativa não fazem sentido e nem têm fundamento.

  O grande erro dos Estados Unidos não é o de combater a guerra infame que o Islã declarou e combate de modo covarde, mesquinho e traiçoeiro contra a civilização ocidental, é o de combater essa guerra de modo errado com a ocupação de territórios islâmicos assim como era e é nos planos e no interesse político de Bin Laden e Saddam Hussein. Em seus territórios o islamismo é irredutível e invencível, toda ação, vencedora ou vencida, o exalta e fortalece. Nunca como depois da invasão do Iraque os povos islâmicos foram tão fanatizados, unidos e determinados a matar e morrer para conquistar o mundo para o Islã e, de acordo com o Alcorão, irem ao paraíso. A permanência de um exército estrangeiro em territórios islâmicos, a qualquer título, é um erro e o seu custo é astronômico.  

      Os países democráticos devem retirar suas tropas e civis dos territórios islâmicos. Antes, porém, devem instalar bases missilísticas, terrestres, marítimas e espaciais, para destruir as instalações e os lugares onde se fabriquem armas, se organizem ou se faça pregação do terrorismo. Com este tipo de guerra, a eficiência no combate ao terrorismo seria cem vezes maior e o custo financeiro, de vidas humanas e o desgaste do prestígio dos que lutam para defender a democracia e a civilização ocidental seriam mil vezes menores.

   Atualidades

   O discurso do Presidente Bush em 20 de janeiro de 2005, na ocasião do seu juramento como Presidente dos Estados Unidos, é um documento histórico pelas muitas verdades que diz e pelas perplexidades suscitadas em algumas suas partes.  

     A maior das perplexidades é quando diz: “O nosso objetivo é permitir aos outros de acharem seu próprio caminho e sua própria definição de liberdade”. Apesar de ser compartilhada pelos governos, pelos políticos e pela opinião pública da civilização ocidental, esta afirmação de subjetividade do princípio de liberdade é um apelo à anarquia. Adotados estes princípios, nada podemos dizer da liberdade de Hitler e de Fidel Castro, nem dos terroristas que, de acordo com o Alcorão, tem o terror como caminho para conquistar o paraíso e nem do Presidente Lula (Brasil), que vê a libertação do seu povo, escravizada pelas infamidades da classe política, através de uma campanha de distribuição de alimentos.

   O Presidente Bush disse: “A sobrevivência da liberdade na nossa terra depende do desenvolvimento da liberdade em todo o mundo”. É verdade como é verdade que os países democráticos devem ajudar os povos a conquistá-la e não os governos a escravizar seus povos.

   A Secretária de Estado Condoleezza Rice diz: “Devemos reconstruir a amizade com os demais países democráticos”.  O nacionalismo e o populismo dominam os povos dos países democráticos da Europa, irrecuperáveis para colaborar na defesa da democracia e da civilização ocidental.

    A América, do pólo Norte ao pólo Sul, unida em torno de princípios e conceitos universais de liberdade, justiça e democracia, será a potência econômica, política e militar capaz de garantir a paz, o progresso e a prosperidade do mundo.